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Web Rádio "SAUDADE SERTANEJA, transmitindo de Bauru/SP, Sob Direção Geral de Tião Camargo

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Roberto Viola e João Carvalho

Ontem, 30 de janeiro de 2011, estivemos na Grande Festa de Aniversário do nosso amigo Márcio da gravadora lá de Duartina. Grandes nomes da Música Sertaneja estiveram presentes: Adão da Viola, o Compositor Batista dos Santos e Robaerto Viola e João Camargo que estão lançando seu primeiro CD; o 8º da carreira do João Carvalho, mas o primeiro com o Roberto Viola, moço simples, humilde da cidade de Herculândia/SP. O João Carvalho dispensa comentários, o Roberto estamos conhecendo agora como artista profissional apesar de já ter visto algumas apresentações dele em festivais sertanejos aqui na nossa região, principalmente de Lucianópolis. Tem bela voz, toca e canta muito bem; como já dissemos é humilde e simples, características importantes para ser um grande artista. Não se esqueça Roberto: Um artista não se faz simplesmente pela arte que pratica, um artista tem de ser uma pessoal especial, qualquer deslize a carreira é prejudicada.

Estamos postando aqui a capa e contra-capa do CD deles, mas sem download, pois trata-se de lançamento novo e o pessoal precisa faturar. Artista não vive de brisa. Como já do conhecimento de nossos visitantes, trabalho novo s´p disponibilizamos para download com autorização dos proprietários da obra.

Além das fotos do CD, segue abaixo um vídeo que fizemos com Roberto Viola e João Carvalho e mais algumas fotos da festa de ontem.

Roberto Viola e João Carvalho CD 01

Roberto Viola e João Carvalho CD 02

Roberto Viola e João Carvalho CD 03

Vídeo (Roberto Viola e João Carvalho e Nenê Carlo)

Festa do Márcio (30.01.2011) 2

Da esquerda para direita: Cidinho Sanfoneiro, Adão da Viola, Nenê Carlo (Contrabaixo), Hamilton Mechelli (Chapéu Preto), Dionísio (copa na mão – violeiro), Jotha Camargo (Violão), Tião Camargo (Viola), João Ferreira (Violão). Em pé, atrás, o Osvaldo Técnico de Gravação e Produtort Musical.

Com uma orquestra dessa, até eu canto. RS…

Festa do Márcio (30.01.2011) 4

Jotha Camargo, Tião Camargo e Márcio no estúdio da gravadora do Márcio, em Duartina (14) 9777-3425

Festa do Márcio (30.01.2011) 8 Adão da Viola e Tião Camargo. “Um dia ainda vou tocar uns 10% do que esse menino toca…

Jotha Camargo, Roberto Viola e João Carvalho

sábado, 29 de janeiro de 2011

Ainda sobre a morte de Geisa Araújo

Durante o tempo em que estava preparando a matéria, colhendo dados e outras informações sobre a biografia e discografia do Duo Irmãs Celeste, para poder postar aqui a triste notícia da morte de Geisa Araújo, fui tomando conchecimento de como ela morreu e as condições em que vivia. Sinceramente fiquei profundamente comovido e muito revoltado. Comovido por saber que perdemos mais uma grande artista; revoltado por descobrir como ela vivia na Cidade de Sorocaba: pobre, doente e abandonada. Onde estava – onde está – a familia da Geisa, os amigos, os fãs? Cadê a Família do Mário Zan, a gravadora Zan que detem os direitos autorais de toda a discografia dela, a filha que a levou para Socorocaba, a irmã Diva? Pessoal de Sorocaba, como vocês deixaram acontecer isso? Sinceramente… Vou parar por aqui para não acabar proferindo alguns palavrões.

Eu estava justamente fazendo uma pesquisa sobre as Irmãs Celeste quando me deparei com a notícia da morte de Geisa publicada no Jornal Cruzeiro do Sul de Sorocaba somente no dia 19/01/2011. Descobri por acaso.

Meu Deus do Céu! Às vezes penso em deistir de tudo!

Duo Irmãs Celeste - Morre Geisa Araújo “Geisa Celeste”

Morreu, aos 74 anos, dia 1º de janeiro de 2011, na Cidade de Sorocaba, Geisa Araújo, componte do Duo Irmãs Celeste.

Formada pelas irmãs Diva e Geisa Araújo, mineiras de Sacramnento, Minas Gerais a dupla gravou 20 discos 78 rpm de 1957 a 1964 e mais 5 LPs e se desfez com o casamento de Diva. Geisa seguiu na carreira solo usando como nome artístico “Geisa Celeste”, casou-se com Mário Zan, gravou 5 Lps, separou-se do acordeonista e foi morar com a filha em Sorocaba, onde morreu dia 1º de janeiro deste ano.

Por sua beleza encantadora, as irmãs Diva e Geísa também ficaram conhecidas como "As Bonecas que Cantam".

Saiba mais das Irmãs Celeste em: www.boamusicaricardinho.com e www.recantocaipira.com.br

 

Duo IrmãS cELESTE Revista Sertaneja - Ano II - nº 19 - novembro de 1959

Na capa: Duo Irmãs Celeste

gEISA cELESTE 

A morte de Geysa celeste, "um triste adeus..."

Faleceu em sorocaba, no princípio de janeiro deste 2011, aos 72 anos, no mais completo ostracismo, pobre e doente, uma das maiores cantoras do brasil de todos os tempos- a maravilhosa geysa celeste.

Gravou um total de 10 lps, cantando com sua voz única e inimitável canções em espanhol, guarani, italiano, francês, grego, japonês e árabe, o que a credenciou a ser contratada para atuar em vários países, como argentina, onde em 1969 atuou no filme 'la culpa' ao lado da estrela libertad leblanc.

Já no Chile, obteve um imenso éxito na 'piscina panorama' do carrera sheraton hotel; na Itália, os críticos do mais influente jornal do país, o 'corriere della sera' fizeram os maiores elogios a sua voz, na suiça,  atuou em locais de grande prestígio como o 'dolder grand hotel' - hotel waldaus, - hotel engel, em cidades do jet set internacional como baden- baden, lauzane e zurich.

De volta ao Brasil sua carreira prosseguiu em tournées pelo sul e centro oeste do país.

A crítica brasileira a considerava a yma sumac brasileira, pois sua voz ia do contralto até o soprano coloratura, alcançando as 4 oitavas que faziam com que o público que a ouvia, ficasse espantado com seu dom vocal.

Geysa celeste, no entanto, nunca teve o prestígio e popularidade que seu talento mereciam.

Pessoa simples, amável, simpática fui seu amigo durante muitos anos. Ao ir para a Europa em 1990, perdi seu contato.

Um amigo comum, Dino Nery é que esporádicamente me contava de suas notícias... E não eram nada boas. Com a mudança no gosto musical do público, o fechamento das casas noturnas, night-clubs e boites com música ao vivo.

O mercado de trabalho para esse tipo de artista praticamente acabou. Geysa vendeu seu único imóvel em São Paulo e foi morar no interior de minas, onde começou seu calvário: com problemas de saúde e financeiros, nos anos 90 mudou para Sorocaba onde vivia muito modestamente. Tentamos localizá-la várias vezes mas ninguém sabia seu endereço. Ela podia ter vindo a São Paulo, no programa do ratinho contar sua história, e certamente seria ajudada. O destino não quis.

A semana passada Dino Nery me ligou de salvador me dando a triste noticia de seu falecimento, vítima de abandono, esquecimento, de um Brasil cruel, hipócrita, sem história, sem memória, que enterra em vida seus ídolos verdadeiros, talentos únicos, irrepetíveis, e só se preocupam com lixos vergonhosos como os big brothers da vida e outros do gêner.

Um Brasil que já se esqueceu que tivemos uma leny eversong, Elizete Cardoso, Linda Batista, Dalva de Oliveira, Elza Laranjeira, etc etc...

Geysa celeste possuía um dom grandioso, que toda a cultura e dinheiro do mundo são incapazes de proporcionar a um ser humano- ela possuía o dom que somente deus permite conceder; uma voz, clara, limpa, cristalina, grandiosa.

Quem teve a oportunidade de vê-la cantar pessoalmente ou ouvir uma de suas gravações nunca a esquecerá.

Descanse em paz, amiga querida, geysa celeste, a voz- mulher, o fenomeno vocal, a yma sumac brasileira.

FOTOS DO ARQUIVO EXCLUSIVO DE JAIME PALHINHA

Por: Ovadia Saadia (site:www.batelli.com.br)

São Paulo

Parabéns ao autor pela beíssima reportagem sobre a Geisa Araújo “Geisa Celeste”. Pena que em nenhum momento o Duo Irmãs Celeste foi citado. Também, Geisa morreu ao 74 anos, não aos 72.

Tião Camargo

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Professor pretende doar acervo da cantora, falecida no dia 2 de janeiro, aos 74 anos

Notícia publicada na edição de 19/01/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 1 do caderno B.

Em 2008, dias após seu aniversário de 72 anos, a cantora apareceu na redação do jornal Cruzeiro do Sul, com os long plays embaixo do braço. Naquela data, manifestou o desejo de voltar aos palcos

No tempo em que duplas de mulheres cantando músicas sertanejas faziam sucesso no país, Geysa Celeste e a irmã Diva chegaram a gravar quatro discos, sob a alcunha de Duo Celeste. Depois, louvada pelo seu talento vocal, seguiu carreira solo, chegando a realizar turnês internacionais em países como Suíça, Itália, Alemanha, Chile e Argentina, cantando em língua estrangeira. Na década de 80, Geysa, que nasceu em Sacramento, Minas Gerais, radicou-se em Sorocaba, cidade onde viveu até o primeiro dia de 2011, quando morreu, aos 74 anos, amargando o esquecimento e a falta de recebimento dos direitos por suas obras. Os long plays originais, algumas fotos e cartas que trocou com o amigo e admirador, professor Maldonado, continuam sob sua tutela, mas a intenção é doá-los para algum museu interessado na história da música. No acervo, a maioria dos long plays da cantora, em carreira solo e em duo, constam também cartas em que relata sua insatisfação com questões familiares, além de fotos de diversos momentos de sua trajetória, até os últimos meses de vida.

Para o professor, lembrar os últimos momentos da amiga é difícil, já que a situação não estava nada bem. Ela, que lançou dez long plays na carreira solo, vivia com a pensão de um salário mínimo, referente à aposentadoria conquistada com a ajuda dos amigos de Sorocaba. Em uma modesta casa na Vila Fiore, lembra o professor, levava uma vida em que nada lembrava que ali habitava uma artista que já havia alcançado certo sucesso na carreira.

Com depressão e após um câncer de mama, Geysa sumiu do convívio dos amigos logo no início do segundo semestre do ano passado. Na época, Maldonado havia feito cópias de seus long plays em CDs, e ela os comercializava de porta em porta, por R$ 5. O sonho dela era voltar a cantar, e já tinha até o título do próximo trabalho, que teria em um lado, a foto que mais gostava e, em outro, uma foto atual, conta.

O sonho do retorno

Em 2008, dias após seu aniversário de 72 anos, apareceu na redação do jornal Cruzeiro do Sul. Queria divulgar o aniversário e se apresentou, com os long plays embaixo do braço. Na matéria, veiculada no dia 30 de julho de 2008, já manifestava o desejo de voltar aos palcos. Não teve tempo.

Meses antes de morrer, em um sábado, data em que ela aparecia na casa do amigo Maldonado para buscar alguns alimentos como miojo, sardinha e suco de caju, ficou bastante irritada com a demora dele, que se atrasou pois estava no dentista. Os remédios para a depressão que tomava estavam deixando ela bastante irritada, fala o professor que, depois dessa data, não viu mais Geysa. Até a notícia da morte da cantora ele soube por terceiros. Uma vizinha me ligou para dizer. Mas ela foi enterrada às 9h do dia 2 e essa vizinha me ligou às 10h, recorda. Outro fato que chamou sua atenção é que consta que Geysa morreu em uma clínica em Salto de Pirapora.

A dor do amigo não se dá tanto por não poder ter comparecido ao velório, mas pelas condições em que Geysa viveu os últimos anos de sua vida: sem reconhecimento e, principalmente, sem dinheiro. Para ele, problemas referentes ao casamento com o sanfoneiro Mário Zan, desentendimentos com a filha e o não recebimento dos direitos do seu trabalho - que segundo Maldonado eram repassados para a produtora de Mário Zan, que respondia pela cantora - foram cruciais para o estado de saúde física e mental de Geysa.

Em cartas enviadas ao amigo, a cantora é bastante clara quanto o sentimento de amargura e tristeza que vivia, e menciona, em diversos trechos, insatisfação e desavenças com a filha. Conforme Maldonado, Geysa - que chegou em Sorocaba em 1985 e se apresentou em shows e boates -, planejava voltar para a cidade natal, em Minas Gerais, na espera de uma retomada em sua carreira artística. Ela nunca deixou de ser artista e sua voz continuou impecável, talvez um pouco mais grave, rememora.

Créditos: Fábio Rogério / Arquivo

RECORDAÇÃO (1959) Primeiro LP do Duo Irmãs Celeste

  1. Cantando Sempre - Nonô Basílio e Mauro Pires

  2. Abandonada - Palmeira e Mário Zan

  3. Apenas uma Cartinha - Mário Zan e Arlindo Pinto

  4. Chalana - Mário Zan e Arlindo Pinto

  5. Seriema - Mário Zan e Nhô Pai

  6. O Sertão Mudou - Zé Mauro

  7. Beijinho Doce - Nhô Pai

  8. Orgulhoso - Mário Zan e Nhô Pai

  9. Ausência - Mário Zan e Arlindo Pinto

  10. Recordações - Palmeira e Mário Zan

  11. Cidades de Mato Grosso - Mário Zan e Arlindo Pinto

  12. Roceira - C. Castilla - Versão: Capitão Furtado



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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Saudade Sertaneja (Volume 20) Anos 50

Saudade Sertaneja  20

  1. A Gente do Mato é Feliz (Venâncio e Corumbá) Pichinha e Cachangá (1953)
  2. A Morte da Sucuri (Zé Carreiro e Danilo Simer) Zé Carreiro e Carreirinho (1953)
  3. Abre a Janela (Capitão Furtado) Mário e Marim (1956)
  4. Amor impossível (Anacleto Rosas Júnior) Sulino e Marrueiro (1955)
  5. Boiadeiro Paulista (Zé Pagão e Nhô Rosa) Zé Pagão e Nhô Rosa (1954)
  6. Canção do Tropeiro (Pedro Raymundo) Dupla Campeira (1959)
  7. Cavalo Pampa (José Fortuna) Zé Fortuna, Pitangueira e Coqueirinho (1952)
  8. Chofer Embriagado (Tonhão e Juca Reis) Toninho e Tonhão (1957)
  9. Felicitações (Nhô Belarmino) Nhô Belarmino e Nhá Gabriela (1954)
  10. Gosto de Carreiro (Piracicaba) Piracicaba e Paraguaio (1959)
  11. Maria Ciumenta (Bolinha e Zé do Rancho) Irmãos Souza e Caçula (1957)
  12. Marianinha (Mariano e Joanico) Mariano e Caçulinha (1956)
  13. Passarinho do Sertão (Nenete) Nenete e Zé Pinhão (1951)
  14. Perfume do Meu Bem (Jeca Mineiro) Jeca Mineiro e Mineirinha (1953)
  15. Pescador da Alagoinha (Moreninho e Perobinha) Moreninho e Perobinha (1959)
  16. Querer Bem (Raul Torres) Raul Torres e Florêncio (1944)
  17. Sei que Morro Sem te Amar (Moreno e Adolfinho) Moreno e Adolfinho (1959)
  18. Vamo pra Mato Grosso (Nhô Fio) Nhô Fio e Netinho (1953)
  19. Vencendo Sempre (Lourival dos Santos e Piraci) Piraci e Guarani 1952)
  20. Violeiro Diferente (Ado Benatti e Eugênio Paes) Nhô Pires e Pirangueiro (1959)

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Comunicado do Recanto Caipira

COMUNICADO IMPORTANTE

O referido comunicado foi retirado a pedido de Sandra Cristina Peripato, administradora do site Recanto Caipira.


Sites: www.recantocaipira.com.br
www.munizteixeiraejoaozinho.com.br
E-mails: sandracristina17@gmail.com
recantocaipira@gmail.com

Pininha e Verinha Recebe Prêmio Rosini

FONTE: www.boamusicaricardinho.com

Na foto abaixo, Ricardinho com a Dupla "Pininha e Verinha", que foi premiada na Categoria "Dupla Feminina" no Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira, no dia 18/01/2011, em Belo Horizonte-MG!

Na foto abaixo, Cacique, Verinha, Pajé e Pininha, na mesma tarde descontraída de 18/01/2011, no SESC Venda Nova, momentos antes da Premiação que teve lugar no Minas Centro, na Capital Mineira!

E, na foto abaixo, Verinha e Ricardinho, no Minas Centro, após a Premiação em 18/01/2011!

Eu que sempre fui fã e curti muito Zelão, Pininha e Verinha desde meus tempos de roceiro, fico muito feliz por elas que, para felicidade dos fãs, continuam firme na estrada. Prabéns, meninas!

Tião Camargo

Saiba mais … Biografia completa

Álbum de Pininha e Verinha aqui no blog

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Leyde e Laura (1990) Volume 01

Leyde e Laura

  1. PORQUE VOCÊ NÃO GOSTA DE MIM - Carlos Cézar e José Fortuna
  2. FÉRIAS NA PRAIA - Benne Anderson, Stig Anderson, Bjom Ulvaeus Sedaka e P.Cody - Vs. Sérgio de Freitas
  3. NA LUZ DO TEU OLHAR - Paraíso e Wally Macedo
  4. CHOVE NÃO MOLHA - Jotha Luiz
  5. LIGAÇÃO ERRADA - Sandro Lúcio e Almir Moreira
  6. CONFIEI DEMAIS - Nino e Jefferson Farias
  7. TEMPESTADE DE AMOR - Araguary e Geraldinho
  8. ARRUME AS TRALHAS - Wally Macedo e Paraíso
  9. MEU COWBOY - Breno Kis e Geraldo Nunes
  10. EU TE DESEJO - Jotha Luiz

Fonte: www.recantocaipira.com.br

DOWNLOD

Crédito: www.saudade-de-minha-terra.com

Tive a oportunidade de conhecer estas meninas na Festa do Milho, em Brotas, em março de 2010, e fiquei encantado com tanta simpatia. Neste dia, diversas duplas se apresentaram na festa, mas, enquanto algumas ficavam fugindo das pessoas, as duas passaram o tempo todo na sombra da murro do estádio, onde o show foi realizado, recebendo e falando com todo mundo; dando autógrafos e entrevistas. Olha, que a gravidez da Laura já era bem visível.

Na oportunidade, fiz o vídeo com elas cantando “A Força do Amor”, postei no Youtube (http://www.youtube.com/my_videos?feature=mhum) e o memo já foi assistido quase 3.000 vezes.

Tião Camargo

Biografia

LUCINEIDE (Leyde) e MARINILZA (Laura) nascidas no Estado de Mato Grosso, Lucineide na cidade de Guiratinga e Marinilza na cidade de Pedra Preta, filhas do Sr. José e dona Sidelina, foram criadas na “roça” juntamente com seus déz irmãos trabalhando  no  plantio de: arroz, feijão e milho.

Seus pais eram os rezadores de terço da região, o primeiro contato da dupla com a música foi através dos cânticos religiosos, além dos causos de fim de tarde, rodas de viola nas reuniões de famílias e da influência do irmão mais velho que sempre esteve envolvido com a música através de duplas e trios do qual fez parte. Por isso, com 10 e 13 anos começaram a cantarolar na beira do rio em seus afazeres doméstico.

Esse irmão (Sandro Lúcio) já havia estabelecido sua carreira, com gravações de discos e programas televisivos, numa de suas visitas à família, o pai da dupla chamou a atenção do filho para assisti-las sem ser visto, uma vez “as meninas” eram muito tímidas, porém, por pouco tempo já que sonhavam com a vida artística e com a fama.

Posteriormente, mudou-se para Rondonópolis-MT e começaram a cantar na rádio local Amorim Juventude no programa do Cafezinho, todos gostaram. Em virtude disso, em meados de 1985 tornaram-se vocalista do irmão viajando por todo o Estado de Mato Grosso e Pará. Com as apresentações houve a necessidade da criação de um nome artístico para a dupla com a ajuda do irmão, em 1987, tornaram-se “Leyde e Laura”.

Em 1988 inicia-se a carreira da dupla, com apresentações nos mesmos estados onde já eram conhecidas, porém foi em 1990 que consolidaram a carreira com a realização de um Show na Exposição de Rondonópolis-MT, levadas pelo contratante Noel Paulino que na ocasião era o presidente do sindicato de Rondonópolis-MT, onde houve acompanhamento da Rede Manchete de Televisão com uma cobertura especial com a dupla.

Conheceram, neste ano, o empresário artístico Oswaldo Galhardi que se interessou pelo trabalho apresentado pela dupla e convidou-as para gravarem seu primeiro disco na cidade de São Paulo-SP.

Foi em 1991 que lançaram o primeiro disco pela Gravadora Tocantins dos queridos Liu e Léo que juntamente com o empresário, acreditaram no crescimento da dupla.

Atualmente, a dupla tem dezesseis anos de uma carreira consolidada, bem estruturada, conhecidas e respeitadas pelo público e colegas de trabalho, com dez discos gravados, apresentações em todo interior do País e além de todos os beneméritos adquiridos também guardam com carinhos os prêmios acumulados nesses anos de carreira, tais como: Ary Barroso, Troféu Tonico e Tinoco, Troféu Tião Carreiro, Troféu Sertanejo e Estrada Boiadeira.

Texto: www.leydeelaura.com.br

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Alcino Alves – Ex-Sampaio

Alcino Rossi, o Teodoro

Publicado na Folha de Londrina de hoje, 25/01/2011 – enviado pelo nosso colaborador Ademar Afonso

Vieira e Vieirinha (78 rpm) Volume 03

Com este álbum completamos a coletânea dos 32 discos 78 rpm gravados por Vieira e Vieirinha, totalizando 64 músicas. Para trazer as informações sobres os discos, pesquisamos o blog de Vieira e Vieirinha http://vieiraevieirinha.blogspot.com, site www.recantocaipira.com.br,  administrados por nossa amiga e colaboradora Sandra Cristina Peripato, site http://www.memoriamusical.com.br/, também o site http://www.fundaj.gov.br/isis/disco.html, além das informações já tinhamos em nossos arquivos. Infelizmente, não encontramos nenhuma informação sobre as duas últimas músicas deste álbum: Saudade e Cortando Estradão, por isso elas aparecem no final, mas não foram as últimas gravações que a dupla fez em 78 rpm. As últimas foram, realmente, Rio Preto e Galo Índio.

Deixo aqui minhas Saudações, com muita saudade, a toda a Família Vieira, a todos amigos e admiradores da Grande e Saudosa dupla VIEIRA E VIEIRINHA que, na minha modesta opinião, com todo respeito e admiração que tenho pelas demais, foi a Única e Verdadeira Dupla Sertaneja que tivemos. Nunca gravaram tangos, boleros e outros ritmos que nada tem a ver com Nossa Música Caipira.

Cresci, passei pela infância e adolecência (se que tinha estas coisas naquela época), ouvindo Vieira e Vieirinha, época em que eu morava e trabalhava na roça. Tive a oportunidade de ver algumas apresentações da dupla em circos da região de Bauru. Também tive a oportunidade de entrevistar o Vieira em meu programa Saudade Sertaneja na Bauru Rádio Clube, em 1986, quando fazia o lançamento daquele que seria o úlitimo disco da dupla - 37 ANOS - 1986 - CHANTECLER - LP=2.11.405.702. O Vieirinha, lamentavelmente, o conheci pessoalmente num leito de hospital em São Paulo, onde faleceu em 1991, por ocasião também do falecimento de meu pai, José Leite de Camargo. Comecei a ouvir as músicas de Vieira e Vieirinha, nas vozes de pai e meu tio Salvador Leite de Camargo, falecido recentemente na Cidade de Agudos. A foto acima, me recorda o ano em que nasci: 1952. Saudades…

Tião Camargo

10/1959 - CABOCLO - CS-316
A - Serenata (José Rosa e Claudionor Branquinho)
B - Peão de Goiás (Antonio Bueno e Vieira)

1960 - CABOCLO - CS-332
A - Essa Viola (Mário Vieira e M. Cristofani)
B - Despedida de Circo (Zé Paioça e Júlio Morais)

03/1960 - CABOCLO - CS-337
A - Cabelos Brancos (Sebastião Víctor e Mário Vieira)
B - Briga de Amor (Lourival dos Santos e Milton Cristofani)

06/1960 - CABOCLO - CS-349
A - Caçador (Sebastião Víctor e Carreirinho)
B - Saudade Cruel (Goiá e Zalo)

09/1960 - CABOCLO - CS-373
A - Cateretê Paulista (Sebastião Víctor e Vieirinha)
B - Casando Fugido (Piraci e Antonio P. de Toledo)

1961 - CABOCLO - CS-396
A - Violão em Seresta (Alvarenga)
B - Essa Malvada (Mário Vieira e Sebastião Vito)

11/1961 - CHANTECLER - Nº 780531
A - Cuiabá (Vieira e Antonio Bueno)
B - Terra de Goiás (Vieira e Vieirinha)

08/1961 - SERTANEJO - CH-10370
A - Despedi da Morena (Vieira e Vieirinha)
B - Recortado Paulista (Norair Bernardino)

03/1964 - SERTANEJO - CH-10404
A - Mula Baia (Vieira e Vieirinha)
B - Resposta da Marreta (Teddy Vieira e Vieirinha)

06/1964 - SERTANEJO - CH-10412
A - Rio Preto (Teddy Vieira e Alceu Mainard)
B - Galo Índio (Nhô Pai e Nhô Fio)

Saudade (Walter Amaral e Augusto Mancuzi)

Cortando Estradão (Anacleto Rosas Jr.)

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Portãozinho e Porteirinha (1974) Filosofia da Vida

Portãozinho e Porteirinha mantiveram desde os anos 60, um programa sertanejo nas rádios de Florianópolis, .......... Portãozinho já faleceu ha muito tempo, mas seu colega de dupla, se manteve até os anos 90 na carreira solo e no comando de seu programa de rádio, então pela Rádio Guarujá.

O dito programa passou pelas principais emissoras de Florianópolis e tinha audiência garantida junto aos admiradores da música gaúcho-sertaneja. A dupla atuava ainda em shows no estado de Santa Catarina e nos estados vizinhos do Paraná e RS.”

(Texto publicado em postagem do LP Portãozinho e Porteirinha - Portãozinho e Porteirinha Vol. 02 - (1976) , efetuada no siter Baú de LP - no dia 13 de dezembro de 2009)

Álbum: Filosofia de Vida

Ano/Gravadora: (1974) ESTEREO SOM LP 001  (PSP LP - 2637)

Artista(s): Portãozinho e Porteirinha

Acervo: Quelinho

Editado por: Quelinho

Postagem efetuada por: Quelinho

Formato: MP3 - kBit/s: 128 - Áudio: Bom

Fonogramas Lado A

A01 - Filosofia de Vida - Vanerão - (Zé Ribeiro)

A02 - Motivo de Lembrança - Xots - (Cedrinho)

A03 - Gaúcho Pobre  - Xots - (Cedrinho)

A04 - Zé Largado - Valseado - (A. Pinto)

A05 - Canta Gaúcho - Rancheira - (Portãoinho)

A06 - Lorota de Caçador - Vanerão - (Portãozinho)

Fonogramas Lado B

B01 - Emblema da Saudade - Balanceado - (Zé Ribeiro)

B02 - Dona Mariquinha - (Xots) - (Portãozinho)

B03 - Desconhecida - Rasqueado - (Zé da Praia - Mexicano)

B04 - Gauchinha Loura - Xots - (Portãozinho - Porteirinha)

B05 - Não Mexa Comigo - Valseado - (Arlindo Pinto)

B06 - Desafio do Futebol - Corrido - (Porteirinha)

DOWNLOAD – Links do blog “Os 4 Caipiras)

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Mediafire

Rapidshare

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Visite: http://www.baudelongplaying.com

Visite: http://www.anos70-80-90.blogspot.com/

Visite: http://www.gentedeminhaterra.blogspot.com/

Visite: http://paisagemdosertao.blogspot.com/

Visite: http://os4caipiras.blogspot.com/

domingo, 23 de janeiro de 2011

Nilmar e Netinho (Teus Caprichos)

Nilmar e Netinho (2)

  1. O Seresteiro (Wlater maraton)
  2. Noite Serena (Nilmar e João Salvador)
  3. Amantes (Vicente Pereira Machado e Tomáz)
  4. Exemplo das Flores (Derly Domingues)
  5. Saudade de um Grande Amor (Derly Domingues)
  6. Teus Caprichos (Derly Domingues)
  7. Rio Bonito (Serrinha)
  8. Viva o Amor (Netinho e Zancopé Simões)
  9. Recordo Hoje Com Saudade (Cleyton)
  10. Reencontro (Netinho e Marcos Turola)

Nilmar (Nicolau) e Netinho (Guilherme) são de São Pedro, cidade há 30km de Piracicaba-SP.

Nilmar (na capa o de óculos), já falecido, fazia a segunda voz e tocou muito tempo em algumas bandas da região. (Foi meu professor de violão e canto...). Guilherme, primeira voz, sempre priorizou a música sertaneja, mas quando se depende disso pra sobreviver toca-se um pouco de tudo.

Esses dois irmãos fizeram algum sucesso em nossa região, principalmente com duas belas canções, RIO BONITO e TEUS CAPRICHOS.
Rio Bonito é uma obra prima de Serrinha e tocou muito em 1984.

Teus Caprichos, de Derly Domingues, marcou o melhor momento da dupla, por volta de 1988.

Netinho é cabeleireiro em Piracicaba e ainda toca em alguns eventos.

Com a morte de Nilmar em 2004, hoje Netinho leva a música mais por diversão que profissionalmente, embora dono de uma bela voz, ótimo instrumentista e um grande ser humano.

Esses caras mereciam melhor sorte!

allmp3@hotmail.com

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Nosso muito obrigado ao Anderson Silva de Ávila que, atendendo uma solicitação nossa feita dias atrás aqui no blog, nos enviou os nomes dos compositores deste álbum de Nilmar e Netinho. Faleu, Anderson!

Ainda estamos tentando identificar os compositores do Álbum “Saudade Infinita”, de 1984. Moçada aí de São Pedro e/ou Piracicaba, bem que poderia dar uma forcinha prá gente, não é mesmo?

Tião Camargo

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mauro, Marcelo e Paganini (1977) Convite de Um Lavrador

Mauro, Marcelo e Paganini
Este álbum encontra-se postado em diversos blog, mas nenhum deles trás os nomes dos compositores das músicas. Fizemos um pedido aqui em nosso blog e recebemos do amigo e colaborador Ademar Afonso, a quem somos muito grato, os nomes de todos os compositores que precisávamos e resolvemos, então, postar aqui aproveitando o link do blog http://rarissimos.blogspot.com/, apenas completamos o que faltava.

Temos poucas informações sobre este trio. O Mauro (Mauro Ozelin – falecido), de São Sebastião do Paraíso, foi também o Maurinho da dupla “Amir e Maurinho” e um dos Niltinhos da dupla “Tibagi e Niltinho”. O marcelo, sabemos apenas que é irmão do Léo Canhoto. Do Paganini, não temos nehuma informação. Caso alguém tenha outras informações sobre o Trio, pode nos enviar que acrescentaremos aqui nesta postagem. Nosso email para envio de material: slf.camargo@gmail.com.

1. Sonho de Trouxa (Léo Canhoto)
2. Convite de Um Lavrador (Léo Canhoto)
3. Problema de Um Estudante (Luis Sachi / José Russo)
4. Amor Com Amor Se Paga (Luis Wanderley / Kátia)
5. Meu Pai Meu Amigo (Marcelo)
6. A Japonezinha (Léo Canhoto)
7. O Verdadeiro Amor (Léo Canhoto)
8. A Motoca (Léo Canhoto)
9. Filho da Mata (Léo Canhoto / Marcelo)
10. Lencinho Verde (Meirinho)
11. É Isso Ai Bicho (Léo Canhoto)
12. Somos Dois Mentirosos (Everaldo Ferraz)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Vieira e Vieirinha (78 rpm) Volume 02

 

vieira_vieirinha_01

Foto gentilmente cedida por Sibely Maria Vieira ao site (www.recantocaipira.com.br)

BIOGRAFIA

02/1956 - CONTINENTAL - Nº 17252
A - Dá Trabaio (Ado Benatti e Izaías Vieira)
B - Quinze de Setembro (Antonio Paulino Vieira e Sebastião Víctor)

05/1956 - CONTINENTAL - Nº 17289
A - Destino de Palhaço (Francisco Ribeiro e Ado Benatti)
B - Duas Verdades (Anacleto Rosas Júnior e Luiz Rosas Sobrinho)

07/1956 - CONTINENTAL - Nº 17299
A - Seis Amigos (Ado Benatti e Fernandes)
B - Galopando (Arlindo Pinto e Izaías Vieira)

09/1956 - CONTINENTAL - Nº 17341
A - Castigo do Boiadeiro (Arlindo Pinto e Sebastião Víctor)
B - Noite Serena (Vieira e Vieirinha)

04/1957 - CONTINENTAL - Nº 17404
A - O Estouro da Boiada (Serrinha e Ado Benatti)
B - Anjo de Candura (Serrinha e Ado Benatti)

06/1957 - CONTINENTAL - Nº 17433
A - Estrada da Vida (Arlindo Pinto e Dois Coringas)
B - Aperto de Mão (Sebastião Víctor e Fernandes)

12/1957 - CONTINENTAL - Nº 17513
A - Rosas de Carne (José Fortuna e Vieirinha)
B - Tia Geralda (Sebastião Víctor e Fernandes)

06/1958 - CONTINENTAL - Nº 17546
A - Marreta (Fernandes e Ado Benatti)
B - Cravo na Cinta (Francisco Padovani e Mário Bernardino)

12/1958 - CONTINENTAL Nº 17621
A - Embarcação de Boi (Ado Benatti e Arlindo Pinto)
B - Saudade de Boiadeiro (Tonico e Vieira)

05/1959 - CONTINENTAL - Nº 17669
A - São João Batista (Benedito Seviero e Vieirinha)
B - Negra Sorte (Waldomiro e Waldemar)

08/1959 - CONTINENTAL - Nº 17709
A - Flor de Açucena (Ferreira e José Russo)
B - Malvado Trem (Ado Benatti e Walter Amaral)

DISCOGRAFIA: Informações do site: (http://www.memoriamusical.com.br)

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

João Ferreira e Ferreirinho (1975) Sertão Brasileiro

J.Ferreira e Ferreirinho

Neste álbum, o Ferreirinho era o Cacique da dupla Cacique e Pajé. Esta mesma dupla já havia gravada um LP em 1971 como João Ferreira e Rei do Gado.
  1. Evoluindo sempre (João Ferreira/Sebastião Victor)

  2. Glória a Deus nas alturas (João Ferreira/Quintino Eliseu)

  3. O papo furou (João Ferreira/Zé Matão)

  4. Piraquara (João Ferreira/Ferreirinho)

  5. O primeiro patrão (João Ferreira/Antônio Pereira)

  6. Recordação (João Ferreira/Quintino Eliseu)

  7. Sucesso na praça (João Ferreira/Quintino Eliseu)

  8. Despedida (João Ferreira/Quintino Eliseu)

  9. Cai-cai (João Ferreira/Quintino Eliseu)

  10. O mineiro de Gramangol (João Ferreira/Quintino Eliseu)

  11. Pensando eu vejo (João Ferreira/Ferreirinho)

  12. Sombra e água fresca (João Ferreira/Jordão) 

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Vieira e Vieirinha (78 RPM) Volume 01

vieira_vieirinha_13 
Foto do site Recanto Caipira
 

Continental - 16.764 (1953)

1. O Canoeiro Não Morreu (Teddy Vieira / Ado Benatti)
Cururu

2. Nova Londrina (Teddy Vieira / Serrinha)
Moda de viola

Continental - 16.782 (1953)

1. A Moça Que Dançou Com O Diabo (Teddy Vieira / Jaime Ramos)
Moda de viola

2. Roubei Uma Casada (Lourival dos Santos / Teddy Vieira)
Moda de viola

Continental - 16.845 (1953)

1. Laço Criminoso (Teddy Vieira / Jaime Ramos)
Moda de viola

2. Festa De Janeiro (Nhô Zé / Alcino Freire)
Cateretê

Continental - 16.904 (1954)

1. Garça Branca (Sebastião Teixeira / Alcindo Freire)
Cateretê

2. Sonhei Que Morri (Brinquinho / Francisco Lacerda / Brioso)
Moda de viola

Continental - 16.920 (1954)

1. Carta Anônima (Carreirinho / Isaias Vieira)
Moda de viola

2. Assombração (Nhô Zé / Roque José de Almeida)
Cururu

Continental - 16.981 (1954)

1. Desprezo (Arlindo Pinto / Anacleto Rosas Júnior)
Moda de viola

2. Coroa Do Rei (Arlindo Pinto / Anacleto Rosas Júnior)
Congada

Continental - 17.029 (1954)

1. Amor Proibido (Anacleto Rosas Júnior)
Cururu

2. Castigo De Preto (Carreirinho / Fernandes / Vieirinha)
Moda de viola

Continental - 17.080 (1955)

1. Minha Vida (Carreirinho / Vieira)
Moda

2. Violeiro Peitudo (Fernandes / Vieirinha)
Cururu

Continental - 17.131 (1955)

1. Carapuça (Priminho / Rubens Vieira)
Moda

2. Adeus Querida (Arlindo Pinto / Ado Benatti)
Valsa

Continental - 17.147 (1955)

1. Transporte Da Boiada (Ado Benatti / Rui De Oliveira)
Moda

2. Silêncio Do Berrante (Arlindo Pinto / Sebastião Victor)
Moda

DISCOGRAFIA: Informações do site:http://www.memoriamusical.com.br/

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Fonte: www.recantocaipira.com.br

Rubens Vieira Marques (Vieira) nasceu em 20 de setembro de 1926, e Rubião Vieira (Vieirinha) nasceu em 26 de agosto de 1928, ambos em Itajobi, interior do estado de São Paulo. Filhos de Bernardino Vieira Marques, nascido em Portugal, e Maria Gabriela de Jesus. Bernardino chegou ao Brasil ainda mocinho, e casou-se com Maria Gabriela, com quem teve nove filhos, sendo cinco homens e quatro mulheres.

Vieira e Vieirinha cantam juntos desde muito crianças, sempre incentivados pelo pai. Cresceram junto com os primos-irmãos Zico e Zéca, e Liu e Léu. Não havia festas que eles não estivessem presentes, sempre cantando e dançando catíra.

Em 1949, conheceram a dupla Tonico e Tinoco, que passaram uns dias no sítio em que moravam, a convite do seu Bernardino. Tonico e Tinoco ao ouvirem os Irmãos Vieira cantar, gostou da dupla e os convidou para apresentações em conjunto nos cinemas da região. Os Irmãos Vieira, devido à timidez, no primeiro show em Catanduva, apresentaram-se de costas para a platéia. Então Tonico e Tinoco virava eles, e eles desviravam e ficavam de costas. Tinoco declara brincando que "os meninos começaram de costas pra arte".

Tonico e Tinoco ofereceram de levá-los para a capital, mas eles ainda não tinham coragem de deixar o interior. Iniciava-se ali uma grande amizade entre as duas duplas. Durante o tempo em que ficaram no sítio da família, colocou na cabeça dos Irmãos Vieira que eles teriam que enfrentar. Aí começaram a se apresentar nas quermesses, nas festas, nos cinemas, nos auditórios, e nas rádios da região, onde em pouco tempo ficaram conhecidos nas redondezas.

No rádio iniciaram em 1948, em Novo Horizonte, na Rádio Novo Horizonte ZYS-9, onde cantavam todos os dias no Programa "O VIAJANTE DO SERTÃO", com o nome de "IRMÃOS VIEIRA". Depois transferiram-se para a Rádio Clube de Marília, onde permaneceram por dois anos com programa exclusivo patrocinado pelo refrigerante "Gentil".

Em 1950, fizeram a campanha eleitoral de Getúlio Vargas, que foi o primeiro a lhes abrir as portas para o meio artístico. Depois do último comício na cidade de Duartina, ao descerem do trem com Getúlio, ele disse à dupla que se fosse eleito poderiam pedir o que quisessem. Getúlio se elegeu, e os Irmãos Vieira escreveram-lhe uma carta falando do sonho de cantar no Rio de Janeiro. Getúlio então lhes abriu as portas da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, mas a mãe deles não deixou eles irem, pois tinha medo do mar. Então pediram a Getúlio uma oportunidade em São Paulo, que os apresentou à Rádio Nacional de São Paulo. Viajaram com o telegrama de Getúlio no bolso. Tinoco foi esperá-los na estação da Luz e ficaram hospedados na casa de Tonico.

Estiveram três vezes na Rádio Nacional, na tentativa de conversar com o diretor da emissora, porém não foram atendidos. Tonico perguntou a eles, se haviam mostrado o telegrama de Getúlio, e eles disseram que não. Quando voltaram à Rádio com o telegrama na mão foram recebidos na hora. Então se apresentaram pela primeira vez naquela emissora no Programa "ALVORADA CABOCLA", de Nhô Zé, em 1951, com o nome de "VIEIRA E VIEIRINHA", que foi adotado por sugestão dos padrinhos Tonico e Tinoco.

Aí conseguiram um programa só deles: "SERTÃO NA CIDADE", onde cantavam músicas de Tonico e Tinoco, Serrinha e Caboclinho, e músicas de autoria de Teddy Vieira e José Fortuna.

A Rádio Nacional foi a primeira moradia dos dois em São Paulo. Por alguns meses, dormiram no prédio da emissora. Ali eles cantaram de 1951 à 1954. Retornaram à emissora em 1958. Foram no total 25 anos de Rádio Nacional. De 1955 à 1958, atuaram no famoso Programa "ALMA DA TERRA" da Rádio Tupi, às segundas, quartas e sextas-feiras, das 20:30 às 21:00 horas, o chamado horário nobre do rádio na época.

A dupla foi um exemplo de sucesso no rádio, antes de começarem a gravar disco. Muito diferente dos dias de hoje, naquela época o disco não era o canal direto que colocava as duplas em contato com o seu público, primeiro tinham que fazer o nome no rádio para depois gravarem.Gravaram seu primeiro disco 78 rpm em 1953, pela Continental, com as músicas "O CANOEIRO NÃO MORREU" e "NOVA LONDRINA".

Foram no total 32 discos 78 rpm. Em 1959 gravaram seu primeiro LP intitulado "Vieira e Vieirinha Apresentam Suas Modas", onde reúnem alguns de seus sucessos gravados em 78 rpm.

A vendagem dos discos e os cachês dos shows renderam-lhe um bom dinheiro e, em 1960, resolveram voltar para o interior, por não se adaptarem à vida na cidade grande. Adquiriram um restaurante de beira de estrada e uma fazenda em Goiás de 1500 hectares comn escritura falsa. Perderam tudo e recomeçaram do zero.

Em 1963 lançaram o LP "A Volta de Vieira e Vieirinha". Daí para frente foram inúmeros discos gravados, que totalizam aproximadamente 35, com os mais variados rítmos, mas a característica que mais marcou a dupla foi a dança da catíra que lhes rendeu o slogan de "OS MAIORES CATIREIROS DO BRASIL".

A dupla só veio a se desfazer com a morte de Vieirinha, ocorrida em 07 de abril de 1991.

Vieira se afastou da arte por algum tempo, e só voltou em 1996, quando gravou um disco com seu filho Ailton Estulano Vieira, com o nome de "VIEIRA E VIEIRA JR", com quem permaneceu cantando, fazendo shows e se apresentando em programas de TVs.

Vieira faleceu em 09 de julho de 2001.

O maior sucesso da dupla foi sem dúvida "GARÇA BRANCA". Mas outras músicas também se destacaram, como: Transporte de Boiada, Cravo na Cinta, Rosas de Carne, Noite Serena, Silêncio do Berrante, Adeus Querida, Ladrão de Mulher, Recortado Paulista, entre outros.

Texto: Sandra Cristina Peripato

Fonte: Adail Vieira Marques/ Sibely Maria Vieira/ Isaías Vieira

Zefiro e Zeferino

Gente, achei essa dupla no Youtube e gostaria de informações sobre ela; algum disco se possíve. A dupla é excelente.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Saudade Sertaneja (Volume 19)

Saudade Sertaneja - 19

Foto do site:http://www.ad-imoveis.com/exibe-135.html

  1. Adeus moreninha (Nhô Fio) Nhô Fio e Tonico (1941)
  2. Amada Ausente (Goiá e Zacarias Mourão) Duo Estrela Dalva (1957)
  3. Boiadeiro Apaixonado (Raul Torres e Geraldo Costa) Raul Torres e Florêncio (1942)
  4. Boiadeiro paulista (Ari Machado e Nhô Fio) Nhô Fio e Tonico (1941)
  5. Brigas de Amor (Nízio) Nízio e Zé Mariano (1963)
  6. Burro Preto (Silveira, Silveirinha e Matogrosso) Silveira e Barrinha (1957)
  7. Campeões de Três Lagoas (Zé Ferreira, Ferreirinha e Zacarias Mourão) Zé Ferreira e Ferreirinha (1956)
  8. Casei Com a Fazendeira (Raul Torres e Sebastião Teixeira) Raul Torres e Florêncio (1951)
  9. Coisa Mió do Mundo (Serrinha) Nhá Zefa e Serrinha (1939) Lançada em 1940
  10. Coração dos Meus Penares (Serrinha) Nhá Zefa e Serrinha (1939), Lançada em 1940
  11. De São Paulo prá Goiás (Barrinha) - Silveira e Barrinha (1954)
  12. Desafio de cana verde (Nhá Zefa, Aruovaldo Pires e Laureano) Nhá Zefa e Nhô Pai (1941)
  13. Juriti Mineira (Goiá e Zacarias Mourão) - Duo Estrela Dalva (1957)
  14. Lembrando o sertão (Nhô Belarmino e Perreirinha) Nhô Belarmino e Nhá Gabriela (1955)
  15. Linda Serrana (Nhô Belarmino) Nhô Belarmino e Nhá Gabriela (1953)
  16. Mesa Nº 5 (Nízio) - Nízio e Zé Mariano (1963)
  17. No Meu Pingo Montado (Raul Torres, Oswaldo Rielli e Nhô Pai) Raul Torres e Florêncio (1943)
  18. Se Os Animais Falassem (Taubaté, Biguá e Teodomiro Rossini) Zé Ferreira e Ferreirinha (1956)
  19. Tenho Meu Balãozinho (Raul Torres e Florêncio) Raul Torres e Florêncio (1944)
  20. Tenho visto (Nhá Zefa e Ariowaldo Pires) Nhá Zefa e Nhô Pai (1941)

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Zé Catira e Dito Catireiro

Zé Catira e Dito Catireiro 04 Zé Catira e Dito Catireiro 01

Zé Catira e Dito Catireiro 02

Zé Catira e Dito Catireiro 05

Zé Catira e Dito Catireiro 05 

Zé Catira e Dito Catireiro 06

  1. Despejo (Anacleto Rosas Júnior e Arlindo Pinto) 1961
  2. Esperança Perdida (Zé Catira e Dito Catireiro) 1961
  3. Fandango Paulista (Zé Catira e Dito Catireiro) 1961
  4. Segundo Cortejo (Zé Catira e Dito Catireiro) 1962
  5. Tereza (José Ferrari e Nicola Pistininzi ) 1962
  6. Três Marias (Zé Catira e Dito Catireiro) 1961

Estas músicas de Zé Catira e Dito Catireiro, estão postadas também juntamente com as músicas de Zér Claudino e Carreteiro, mas como recebemos asa fotos acima do Fernando Luiz Azevedo dos Santos, filho do Zé Catira, achamos por bem postá-las novamente, pois trata-se de verdadeira raridades. Estamos aguardando que nos envie mais detalhes sobre eles, inclusive das pessoas que aparecem nas fotos com a dupla.

Obrigado Fernando!

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sábado, 8 de janeiro de 2011

Comunicado do site Recanto Caipira

Prezados amigos.

Venho mais uma vez fazer-lhes um comunicado, pois infelizmente mais uma vez o Recanto Caipira foi clonado por um certo indivíduo que criou um site copiando boa parte dos arquivos aqui postados sem sequer dar os devidos créditos.

Mais uma vez repito, que não faço a menor questão que o material aqui exposto seje copiado e colocado em outro site, desde que respeite sua autoria.

Porém, um radialista por nome COMPADRE TOSTÃO, do site: tostao.webnode.com.br, copiou grande parte de meu acervo exluindo a minha autoria, ainda colocou a seguinte frase: O NOSSO SITE CONTEM O MAIOR CONTEÚDO SERTANEJO RAIZ DA INTERNET! Este site que ele criou é gratuito, ou seja, não paga hospedagem, enquanto eu, pago um valor alto pra poder mantê-lo no ar, pois quem acompanha sabe a riqueza de informações e fotos aqui expostas, e todo material é devidamente registrado e tem direitos autorais, os quais levei anos de minha vida para consegui-los, e perdi noites e noites de sono para poder compartilhar com o público amante da verdadeira música sertaneja de raiz.

Portanto solicito a este senhor que tome providências imediatas, pois do contrário serei obrigada a usar os recursos da lei. Pois fazer fama usando o chapéu alheio é muito fácil.

Muito obrigado a todos pela atenção.


Sandra Cristina Peripato.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Biá e Dino Franco (1977) Compacto Duplo

Biá e Dino Franco (1977) Comp.Duplo

  1. Boas Festas (Assis Valente)
  2. Sermão para uma noite de natal (Dino Franco)
  3. Dia dos Namorados (Itapuã)
  4. Mamãe me Acompanha (Dino Franco)

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Dino Franco (1968) Rincão Gaúcho

Dino Franco - Rincão Gaúcho

  1. Rincão Gaúcho (Dino Franco e Zico)
  2. Felicidade (Nonô Basílio e Sebastião Vitor)
  3. Noivado Desfeito (Sebastião Vitor)
  4. Chão de Espinho (Manuel Bruno Linhares e Tupy)
  5. O Pastor (Dino Franco e Edimilson Correa)
  6. Natureza (Dino Franco)
  7. Jeitinho da Chica (Zé Carreiro e Dino Franco)
  8. Meu Sistema (Jeca Mineiro e Dino Franco)
  9. A Dona do Pangaré (Sebastião Vitor)
  10. Baile no Pago (Dino Franco e Jota Raymundo)
  11. Meu erro (Dino Franco e Mococa)
  12. Flor Gaúcha (Dino Franco e Zico)

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