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Web Rádio "SAUDADE SERTANEJA, transmitindo de Bauru/SP, Sob Direção Geral de Tião Camargo

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sulino e Marrueiro (1965) Tangos e Rancheiras

FRENTE

verso

  1. Punhalada Certeira ''Puñalada trapera'' - (Thomás Mendes, Vs. Sulino) (1965, 1971)
  2. Abismo Cruel (Sulino - José Fortuna) (1957, 1965, 1971)
  3. Quatro Caminhos (José Alfredo Jimenez, Vs. Sulino e Fernandes) (1959, 1960, 1965, 1971)
  4. Teu Amor Eu Perdi Para Sempre (Sulino e Nelson Gomes) (1965, 1971)
  5. Pranto da Saudade (José Fortuna e Sulino) (1965, 1971)
  6. Hoje Te Odeio (Sulino e Mário Agnaldo) (1965, 1971)
  7. Três Dias (Thomás Mendes, Versão do Sulino) (1965, 1971)
  8. Último Adeus (José Fortuna e Fernandes) (1965, 1971)
  9. Minha Felicidade (José Fortuna e Sulino) (1965, 1971)
  10. Aos Pés do Altar (Sulino) (1965, 1971)
  11. Mais Um Espinho (Sulino) (1965, 1971)
  12. Mentira de Amor (Sulino e José Fortuna) (, 1965, 1971, 1973)

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Créditos: Rodrigo D. M. Sinhoreti, Campinas/SP

Este álbum foi relançado em 1971 e trás as gravações originais das músicas “Abismo Cruel” e Quatro Caminhos”. Trata-se de um verdadeira Pérola raríssima da discografia de Sulino e Marrueiro, gentileza do nosso amigo Rodrigo Sinhoreti de Campinas, principalmente a capa. Obrigado Rodrigo!

Saiba mais sobre Sulino e Marrueiro aqui no Saudade Sertaneja…

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Cassiano e Diquinho – Pedido de Caboclo

Cassiano e Diquinho

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Joaquim das Graças Caetano, o Cassiano, nasceu em Cássia/MG, para os íntimos Zicão, representa o caboclo simples da roça, de mãos grossas e calejadas, que cultiva as raízes do sertão desde os 16 anos de idade onde já se inspirava ouvindo moda raiz. Sua voz grave e marcante dispensa comentários.

José Antônio de Oliveira, o Diquinho, foi nascido em Capitólio/MG e reside na cidade da Itaú de Minas/MG, e seguiu o caminho de seu pai Valdomiro, cantando desde os sete anos. Caminhoneiro na região, segue firme com a viola nas mãos defendendo as tradições caipiras com talento e muita simplicidade. É de admirar o seu jeito simples de tocar e acima de tudo, o respeito pela viola, que é um instrumento tão divino.

A dupla se conheceu num encontro de “Bola e Viola” em Cássia e desde então a primeira voz de Diquinho e a segunda de Cassiano vem trazendo alegria e aplausos por onde passam, pois seguem preservando as coisas simples da roça, encantando a todos os admiradores da verdadeira música raiz.

O repertório é repleto de canções inéditas exaltando sempre os temas da vida cabocla e de seus costumes. São mais que uma dupla de violeiros,são verdadeiramente dois irmãos!

A dupla mineira está junta há 12 anos e são fãs e fiéis seguidores dos saudosos Tião Carreiro e Pardinho representando o estilo raiz, o mais “pesado”, conservando sempre o violão e a viola no peito. Abaixo, as principais conquistas e realizações:

  • 2001 : Segundo lugar no Festival de Claraval/MG
  • 2002: Apresentação no Programa Viola, Minha Viola – TV Cultura,
  • 2005: Segundo Lugar no Festival de Guaranesina/MG
  • 2005: Primeiro Lugar no Festival de Viola de Todos os Cantos, EOTV Globo, com a Moda de Viola “O Doutor e a Bíblia de Valdomiro Vaz Oliveira, Cassiano e João Machado Filho.
  • 2008: Primeiro Lugar no Festival de Bandeira do Sul/MG, dando oportunidade à dupla se apresentar “Amigos do Teodoro” na TV Bandeirantes,
  • 2009: Segundo Lugar no Festival “Viola de Todos os Cantos, da Rede Globo, com a Moda de Viola “O Pregador”, composição de Itamar dos Santso,
  • 2010: Primeiro Lugar no Festival de Caconde/MG,
  • 2010: Apresentação no Programa Terra da Padroeira, Aparecida do Norte/SP,
  • 2011: O grande sonho realizado: gravaçao do Primeiro Programa em Franca/SP,
  • 2011: Apresentação no Programa Brasil Caipira – TV Câmara,
  • 2011: Segunda apresentação no Programa Viola, Minha Viola – TV Cultura,
  • 2011: Primeiro no Festival de Monte Santo/MG, com a conquista de uma moto 0K,
  • 2011: Segunda apresentação no Programa Brasil Caipira da TV Câmara.

Tião Camargo

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Links do blog Cemporcentocaipira

Crédito: Wlater Mocotó – Santo André/SP

domingo, 25 de setembro de 2011

Dirceu e Marcelo Viola (1998) Uma Viola Que Fala

Dirceu e Marcelo Viola 1998 Capa

Dirceu e Marcelo Viola 1998 VersoDirceu e Marcelo Viola 1998 CDDirceu e Marcelo Viola 1998 Contra Capa

Em 1998, meu amigo Tião Barbosa, Minerim dus bão, daqui de Bauru, me convidou para jantar frango com polenta em sua casa. Chegando na casa do Tião ele me apresentou dois amigos que também iriam jantar frango com polenta com a gente. Jantamos, batemos muito e papo e não demou para a conversa voltar para a Música Sertaneja; até porquê, eu ainda apresentava o programa Saudade Sertaneja na Bandeirantes/Bauru. Cunversa vai, cunversa vem…, sabe como é cunversa de mineiro. De repente os amigos do Tião Barbosa foram prá fora e voltaram empunhando uma viola e violão e começaram a cantar. Pois é, eu estava diante da dupla Dirceu e Marcelo Viola que acabarm me presenteando com esse CD.

Já se passou 13 anos, nunca mais – nem eu nem Tião Barbosa – tivemos mais notícia da dupla. Hoje existem a dupla Marcelo Viola e Ricardo, mas, sinceramente, não sei se é o mesmo violeiro. Gostaria de receber informações de nosso colaboradores.

  1. Você Chegou de Mansinho (Dirceu e Marcelo Viola) (1998)
  2. Vida de Mineiro (Dirceu e Vileno) (1998)
  3. Nasci Prá Ser Boiadeiro (Silveira e Barrinha) (1998)
  4. Não me Escreva (Nhô Pai, adaptação de Dirceu e Marcelo Viola) (1998)
  5. Coisas Bonitas (Dirceu e Marcelo Viola) (1998)
  6. Olhando a Paisagem (Dirceu, Darci e Ozanan) (1998)
  7. Seresteiro da Colina (Dirceu e Marcelo Viola) (1998)
  8. Pagode Brasileiro (Sebastião Bezerra, Dirceu e Darci) (1998)
  9. Dorvalina (Dirceu, Darci e Robertinho do Acordeon) (1998)
  10. Meus Provérbios (Dirceu, Marcelo Viola e Tony Magalhães) (1998)
  11. Vós Pode Desenganar (D.R.) (1998)
  12. Lembranças de Meu Pai (Dirceu e Marcelo Viola) (1998)
  13. O Canto do Riacho (Edy Santo) (1998)
  14. Taça da Amargura (Ireberto Teodoro, Dirceu e Darci) (1998)

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Morreu Lurdes Castro das Irmãs Castro

Irmãs Castro

Lourdes Amaral Castro Cardoso, nascida aqui em Bauru em 1928, faleceu em Janiru/SP, onde foi sepultada em 30 de agosto de 2011, vítima de infarto agudo do miocárdio.

Lamentavelmente, somente hoje tomei conhechecimento desse triste fato; isso não poderia ter acontecido, principalmente por se tratar de uma celebridade nascida aqui na minha Bauru. Pior, não vi, não li, não ouvi nada sobre a morte da Lourdes em nenhum meio de comunicação daqui de Bauru. Fiquei sabendo do ocorrido há instantes, quando duas pessoas comentavam sobre a morte dela na Padaria Santa Tereza na Praça João Mendes, atrás da Praça da Sé em São Paulo, onde estou nesse momento, escrevendo esse triste texto. Imediatamente, corri ligar meu notebook para pesquisar sobre o assunto; infelizmente o que acabara de ouvir, era mesmo verdade: a Lourdes tinha mesmo morrido e eu não sabia. Em meu nome, em nome de todos bauruenses, peço perdão à Lourdes e mil desculpas aos seus fãs, amigos e familiares. Que Deus a tenha, querida…

Irmãs Castro, dupla sertaneja formada pelas irmãs Maria de Jesus Castro - Itapeva, SP-1926, e Lourdes Amaral Castro - Bauru, SP-1928.

Em 1938, Maria de Jesus e Lourdes Amaral participaram escondidas dos pais do concurso Descobrindo Astros do Futuro, em Bauru (SP). Venceram o concurso e continuaram a cantar músicas em inglês numa rádio local.

A carreira profissional da dupla teve início quando Nhô Pai as viu cantando e gostou do duo perfeito das vozes. Nhô Pai pediu então autorização aos pais de Maria de Jesus e Lourdes Amaral para ensiná-las o gênero sertanejo.

No início dos anos 1940, receberam convite para cantar no Rio de Janeiro. Devido à idade, tiveram que falsificar as certidões de nascimento para poder cantar em cassinos. Na Capital Federal cantaram nas Rádios Tupi, Globo, Mayrink Veiga. Em São Paulo atuaram nas rádios Cultura, Tupi e Bandeirantes.

Em 1944, gravaram seu primeiro disco, interpretando o corrido "Não me escrevas", de Gabriel Ruiz e Nhô Pai, e o rasqueado "Che cabu (Vem cá)", de Nhô Pai. No ano seguinte, gravaram novo disco contendo o valseado "Faz um ano", de F. Valdez Leal e Nhô Pai, e o corrido "Beijinho doce", de Nhô Pai, que se tornaria o maior sucesso da dupla e um dos clássicos da música sertaneja. Com o sucesso obtido com a gravação de "Beijinho doce", as Irmãs Castro tornaram-se estrelas. Seus discos começaram a vender em grandes quantidades.

Vejam a biografia completa das Irmãs Castro postada no blog Saudade Sertanejas em 30/07/2009.

 

João Alves dos Santos
28/3/1912 Paraguaçu Paulista, SP
12/3/1988 Paraguaçu Paulista,

Abaixo, Adelaide Chiozzo – que até recentemente particpou de novela na Globo – e Eliana em cenas do Filme “Aviso aos Navegantes”, em 1950, primeira gravação da imortal “Beijinho Doce”, Eta, saudade!

 

Dentro de bem pouco tempo, perdemos três grandes nomes dentres os mais famosos duos femininos da História da Música Sertaneja: a Geisa do Duo Irmãs Celeste; a Cida do Duo Ciriema e agora a Lourdes do Duo Irmãs Castro. Mas, para nós todas estarão sempre vivas, com grande sucesso como sempre o fizeram.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sulino e Marrueiro (1960) gravações originais feitas em 78 rpm

Sulino e Marrueiro (1960)Sulino e Marrueiro 02 (1960)

Trata-se do primeiro LP de Sulino e Marrueiro lançado em 1960, resultado da reunião das músicas gravadas pela em dupla em 78 rpm no ano de 1959; apenas a música Indiazinha foi gravada em 1960.

Estamos repostando este álbum com as fotos originais que foram, gentilmente, cedidas pelo nosso colaborador Rodrigo D. M. Sinhoreti de Campinas/SP. Obrigado, cumpadri! Um grande abraço!

  1. Quatro caminhos (J. A. Giménez/Vrs: Sulino/ Fernandes)
  2. Indiazinha (Zé do Mato/Zé do Rancho)
  3. Somente esta noite (José Fortuna/Sulino)
  4. Maldita lembrança (R- Inclán/Vrs: Teddy Vieira)
  5. Vai saudade (Sulino/José Fortuna)
  6. Mandamentos de chofer (Sulino/Ado Benatti)
  7. Sete léguas (G. Olmos/Vrs: Fred Jorge)
  8. Trem de Goiás (Palmeira/Biá)
  9. Prisioneiro (Nizio/Teddy Vieira)
  10. Mulher errante (Sulino/José Fortuna)
  11. Velho retrato (Sulino/José Fortuna/João Gonçalves)
  12. Dois mundos (Sulino/José Fortuna/Rubens Armani)

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domingo, 11 de setembro de 2011

Simão e Sabino (1979) Volume 01

Edson de Melo, o Simão - Batalha de Ipanema, AL
José Rodrigues de Arruda Filho, o Sabino - Tuparema, PE

Eles se conheceram em 1979, no Largo do Paissandú em São Paulo, quando o local era um reduto de artistas. A carreira da dupla deslanchou com a música "O Amor Maior do Mundo", que fez bastante sucesso em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Com mais de seis discos gravados, fizeram sucesso também com "O Doutor e a Empregada" e "A Renúncia".

simão e Sabino 1979

  1. O amor maior do mundo - Adail/Simão
  2. Amei a pessoa errada - Simão/Francisco Arruda
  3. Desejo perverso - Praense/Peão Carreiro
  4. Casinha branca - Manoelito Nunes
  5. Nosso amor já não convém - Praense
  6. Maria rosa - Noel Fernandes/Édson Mello/Orlando Gomes
  7. Amor é somente você - Marazul
  8. Vamos por a casa em ordem - Peão Carreiro/Praense
  9. Desenganos da vida - Praense/Compadre Lima
  10. Sede de amor - Noel Fernandes/Édson Mello/Orlando Gomes
  11. Lar sem amor - Praense/Décio de Oliveira
  12. Menina sem juízo - Praense

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sábado, 10 de setembro de 2011

Pardinho e Pardal (1979) Os Milagres do Menino da Tábua

Pardinho e pardal (1979) Milagres do Menino da Tábua

  1. Os Milagres Do Menino Da Tábua (Mairiporã - Pardal)
  2. Venenoso (João Amaral - Victor Gonçalves)
  3. Chuva De Pranto (José Fortuna - Mairiporã)
  4. Rio De Piracicaba (Mairiporã - Bekekê - Chicão Pereira)
  5. Um Coração e Dois Amores (Mairiporã - José Homero)
  6. O Castigo Da Cruz (José Fortuna - Gentil Rossi)
  7. Datas Do Ano (José Fortuna - Mairiporã)
  8. A Saudade Terminou (Mairiporã - Paulo Roberto Aiello)
  9. Pagode Não Tem Dono (Victor Settanni - Dino Franco)
  10. Não Se Compra O Amor (Mairiporã - Pardinho)
  11. Balaio De Gato (Mairiporã - Hélio Alves)
  12. Amor Proibido (Dino Franco)
  13. Gamadão (Pardal - Tião Do Carro - João Francisco)

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Créditos: Walter (Mocotó) - Santo André/SP

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Esclarecimento

Olá Francisco Ramos!!!
Atendendo pedido do meu amigo Nene Carllos:

Estou remetendo-lhe a musica Amigo Jesus de sua autoria e do Batista dos Santos, gravada pelo Rivaldo e Ronaldo. Remeto-lhe algumas outras que fazem parte do cd deles.

Quero pedir-lhe mil perdões pela omissão do seu nome no cd deles. Conferi o email que envie para o Marcio (dono da gravadora), onde constatei que o erro foi meu, pois mandei como se fosse Batista dos Santos e João Carvalho, e o Rivaldo, por sorte pediu para tirar o nome do João, mas deveria ter comentado comigo, que teriamos acertado antes de sair o cd. Mas ja estamos providenciando reparar o ocorrido da melhor maneira possivel. Fiz uma mensagem no meu Facebook,'pra voce, hoje e alias convidei-o como amigo. Certo o da sua compreensão, e no aguardo da sua presença no dia primeiro de outubro. Um forte abraço.

Vou entrar em contacto com o Tião Camargo, do saudadesertanejablogspot, solicitando-lhe esclarecer o fato.

Um forte Abraço do  Mirtão Menechelli (hammen.mirtao@hotmail.com)

Pardinho e Pardal (1978) O Menino da Tábua

Pardinho e Pardal (1978) O Menino da Tábua

Pardinho e Pardal cantaram juntos de 1978 a 1982 e gravaram 6 LPs. Fizeram enorme sucesso com a trilogia o "Menino de Tábua", que bateu recordes de vendagem.

A dupla Pardinho e Pardal retratou a lenda de Antonio Marcelino - o Menino da Tábua, em forma de canção, o que acabou ajudando a popularizar a lenda até mesmo fora do Brasil.

Pouco tempo depois, no disco “Quatro Azes” de 1981 Tião Carreiro e Paraíso e Pardinho e Pardal gravaram juntos uma continuação para o sucesso com o nome de “Os Milagres do Menino da Tábua”.

A dupla conseguiu transformar a cidade de Maracaí, um lugarejo de 10 mil pessoas, no interior de São Paulo num ponto de romeiros. É que em função da músicas “O menino de Tábua”, “Os Milagres do Menino de Tábua” e “Capela do Menino de Tábua”, milhares de fiéis passaram a procurar a cidadezinha nos fim de semana em busca do menino milagroso. Mas , apesar deste relativo sucesso, Pardinho resolveu recomeçar ao lado do velho parceiro Tião Carreiro...

Gonçalo Gonçalves, o Gonçalo ou o Pardal, nasceu em Porto Feliz/SP, em 20 de março de 1937. Gonçalo teve vários parceiros. Com João Valente cantou por dez anos, de 1964 a 1974. Os dois gravaram um LP em 1971, com o nome ‘Os Reis do Bate Fundo’, ritmo musical desenvolvidos pelos dois mesmos. (Gonçalo já faleceu, mas João Valente reside em Curitiba/PR.)

Pardal faleceu em 10/02/1983

Antonio Henrique de Lima, o Pardinho, nasceu em São Carlos/SP em 14 de agosto de 1932. Com 14 anos, nessa mesma cidade passou o circo "Rapa-Rapa", com quem foi embora como ajudante de montagem do espetáculo, e a noite, o dono do circo permitia que ele cantasse algumas modas. Começou cantando com o nome de Miranda.

Pardinho faleceu em 01/06/2001

No ano de 1956 se uniu a Zé Carreiro para concorrer em um torneio de violeiros, organizado pela rádio Tupi. A dupla venceu o festival com o cururu "Canoeiro" e recebeu um convite do compositor e diretor do setor sertanejo Teddy Vieira para gravar um LP pela Colúmbia. A partir daí, Antonio Henrique adotou o pseudônimo de Pardinho e começou a criar seus próprios sucessos.

Antônio Henrique virou "Pardinho", dono de uma primeira voz inconfundível começou a trabalhar seu próprio repertório. Lançou em disco os sucessos "Facão do Cristiano" (Dito Mineiro e Zé Carreiro) e "Boiadeiro Feliz" (Zé Carreiro e Pardinho), mas nem mesmo isso foi suficiente para manter a dupla.

Zé Carreiro voltou com o antigo parceiro e Teddy Vieira se incumbiu de encontrar alguém para substituí-lo. Foi aí que surgiu, no ano de 1954, a oportunidade de Zé Mineiro, ou melhor, José Dias Nunes ser transformado em Tião Carreiro, e ao lado de Pardinho formar uma das mais autênticas e lendárias duplas de todos os tempos, apesar dos encontros e desencontros e das idas e vindas.

Em 1959, na cidade de Maringá-PR, a dupla foi responsável pelo surgimento de um novo ritmo na história da música sertaneja. Tião Carreiro criou um ponteado diferente com a viola e Pardinho ao violão fazendo contra-tempo, que mostrado a Teddy Vieira foi dado o nome de "Pagode", uma mistura do recorte do catira (lento) com o recortado mineiro (mais expressivo).

Em 1982 Tião Carreiro e Pardinho decidiram refazer a dupla separada a alguns anos e gravaram um novo LP para comemorar.

Texto: Tião Camargo

Fonte:http://www.letras.com.br/biografia/pardinho-e-pardal

O MENINO DA TÁBUA - 1978

Pardinho e Pardal (1978) O Menino da Tábua 

  1. Amigo fiel - Mairiporã/Pardinho
  2. Na beira do cáis - Pardinho/Pardal
  3. Rei dos delegados - Mairiporã/Pardal
  4. Escondendo minha mágoa - Dino Franco
  5. João sem medo - Pardinho/Tião do Carro
  6. Horas perdidas - Mairiporã/Pardinho
  7. O menino da tábua - Mairiporã/Pardinho
  8. Ninho de saudade - Mairiporã/Pardinho
  9. Carreteiro do Brasil - Mairiporã/Pardal
  10. Se Deus quer, assim seja - Maique/Pardinho
  11. O nosso amor - Mairiporã/Pardinho
  12. Obrigado meu Deus - Pardinho/Pardal

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Crédito: Walter Quederoli “Mocotó” Santo André

sábado, 3 de setembro de 2011

Saudade Sertaneja (Volume 25)

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Foto do Site http://www.webservos.com.br

  1. Ai! Que Judiação (J.S. Andrade e Mariano da Siilva) Mariano e Joanico (1941)
  2. Bom Jesus Da Lapa (Toninho e Tonhão) Toninho e Tonhão (1958)
  3. Cai Sereno Cai (J.S. Andrade e Mariano da Silva) Mariano e Joanico (1941)
  4. Casamento Perdido (Ochelsis Laureano) Laureano e Soares (1939)
  5. Cavalo Baio (Caxangá e Sanica) Caxangá e Sanica (1952)
  6. Desafio (Laureano e Soares) Laureano e Soares (1931)
  7. Duas Rolas (J.S. Andrade e Mariano da Siilva) Mariano e Joanico (1941)
  8. Fim de Um Valentão (Ochelsis Laureano) Laureano e Soares (1934)
  9. Folia de Reis (Arlindo Pinto e Luizinho) Caxangá e Sanica (1952)
  10. Lembrando Aquele Amor (Aldino e Piraci) Juquinha e Benjamin (1947)
  11. Levo Saudades Daqui (J.S. Andrade e Mariano da Siilva) Mariano e Joanico (1941)
  12. O Teu Destino (Benedito Amorim e Bernardino Cardinalli) Trio da Mata (1959)
  13. Os Dez Mandamentos (Antonio Ávila) Dirceu e Marília (1959)
  14. Saudades de Minas Gerais (Pacheco Silva e Sanica) Caxangá e Sanica (1954)
  15. Sinhá Moça Está Chorando (J.S. Andrade e Mariano da Siilva) Mariano e Joanico (1941)
  16. Tem Dó Isolina (J.S. Andrade e Mariano da Siilva) Mariano e Joanico (1941)
  17. Um Passeio a Ribeirão Preto (J.S. Andrade e Mariano da Siilva) Mariano e Joanico (1941)
  18. Vida de Lampião (Pacheco Silva e Sanica) Caxangá e Sanica (1952)

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