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Web Rádio "SAUDADE SERTANEJA, transmitindo de Bauru/SP, Sob Direção Geral de Tião Camargo

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Jacó e Jacozinho (1964) Volume 01

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Primeiro LP da dupla Jacó e Jacozinho e primeiro disco gravado por Antônio Jacob, segundo Jacó. O Primeiro Jacó foi Benedito Jacob que gravou apenas dois disco em 78 rpm, conforme postado aqui no Saudade Sertaneja. Veja aqui

  1. Menina moça - Lourival dos Santos/Jacozinho
  2. Filho adotivo - Francisco Lacerda/Jacozinho
  3. Burro empacador - Jacó/Jacozinho
  4. Galo carijó - Jacó/Jacozinho
  5. Silvério Dias - Jacó/Jacozinho
  6. Breganha de mulher - Jacó/Jacozinho
  7. A capa do viajante - Jacozinho/Piracáia
  8. Degrau da fama - Lourival dos Santos/Jacozinho
  9. Quem sabe, sabe - Lourival dos Santos/Jacozinho
  10. Tem gente pra tudo - Moacyr dos Santos/Jacozinho
  11. Cachaceiro - Jacozinho/Piracáia
  12. Pequeno e valente - Jacozinho/Piracáia

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OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A DUPLA

UMA HISTÓRIA ESTRANHA SOBRE A DUPLA – Será?

Penso que nunca vamos saber, de fato, a história verdadeira desta que foi uma das mais famosas duplas sertanejas de todos os tempo. Alguém tem, ou pelos menos conhece, os CDs gravados por Amado Jacob, o Jacozinho, em duas vozes?  OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A DUPLA

Procura-se (Bragança e Brasito)

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Pessoal, meu amigo Donizeti Speri, da Cidade de Pederneiras, está a procura deste álbum; caso algum de nossos colaboradores possuir e podendo colaborar, pode nos enviar por email. Obrigado!

sábado, 23 de abril de 2011

Rei do Mar e Pantaneiro – Jardim do Pantanal

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Mais uma grande promessa para a música Sertaneja de Raiz, vem da cidade de São Manuel, dupla formada por pai e filho, meus amigos “Rei do Mar e Pantaneiro”. Todas as músicas de autoria do Grande Batista dos Santos, cinco delas em parceria com Ivo de Souza da Cidade de Campo Grande/MS.

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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Adão da Viola e Nenê Carllos – Viola Materna

Adão da Viola e Nenê Carlos - 02Adão da Viola e Nenê Carlos - 01

Eis que surge mais uma grande dupla no cenário sertanejo interpretando nossa verdadeira música, Música Sertaneja de Raiz”. O Adão da Viola dispensa comentário, já velho conhecido nosso, um dos maiores violeiros do Brasil; Nenê Carllos, outra grande fera da Música Sertaneja, da Cidade de Duartina, meu grande amigo e companheiro dos festivais de Lucianópolis e região; gente da melhor qualidade.

Durante o Festival de Espírito Santo do Truvo, ano passado, eles fizeram uma apresentação amistosa e o resultado é este que mostramos. Veja abaixo o vídeos que postamos dessa apresentação no blog Festivais Sertanejos.

Conforme afirmação do Hamilton Menecheli, nosso amigo e colaborador de Duartina/SP, este álbum não se encontra à venda, não foi lançado ainda, mas abaixo algumas páginas para degustação.





Luzeiro (João Miranda e Francisco Ramos)





Morena Pantaneira (Batista dos Santos e João Carvalho)





Saudade Dela (Parentinho e Ismael)





Viola Magia (Parentinho e Ismael)





Viola Materna (João Miranda e Toni Gomide)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Homenagem a Nhô Serra

Sebastião da Silva Bueno, Nhô-Serra, conhecido como o Cururueiro do Microfone, foi quem melhor popularizou a imagem de cantador, tornando-se talvez, o mais importante de todos no sentido de difundir a tradição. Morto em 1997, teve nas suas últimas palavras, a tristeza de admitir que o cururu é uma tradição, como outras no país, que não está sendo renovada e conseqüentemente, se extingüindo.

Curureiro famoso na região de Piracicaba em São Paulo. Costumava apresentar-se em diversas festas na região, tendo porém poucas chances de realizar gravações. Em 1959 gravou pelo selo Sertanejo um disco com Pedro Chiquito, interpretando de sua autoria o desafio "Cururu de Piracicaba". Em 1961 voltou a gravar com Pedro Chiquito, interpretando de sua autoria o cururu "Ressurreição de Lázaro". Em 1974 participou com Pedro Chiquito do disco "Música popular do Centro-Oeste/Sudeste", produzido pelo selo Marcus Pereira, interpretando "Cana verde" de Pedro Chiquito.

Quando postamos o álbum 78 rpm de Craveiro e Cravinho, atribuímos a autoria da música “Ponta de Faca” – a primeira gravação da dupla – a Teddy Vieira e Ado Benatti, mas a mesma é de autoria de Nhô Serra e Sebastião Franco “Craveiro”. Fizemos a correção e pedimos desculpa por nossa falha.

O que é cururu?

Concebido como dança de roda, na zona rural da região do Médio Tietê, o Cururu foi levado como espetáculo ao público urbano, pela primeira vez em 1910, por Cornélio Pires.

Apesar de ser inicialmente dançado, o Cururu é sobretudo, um Canto de Repente, de modo que as letras, a melodia e a música são feitas com total improviso.

Cada improviso deve respeitar um tipo de regra: as rimas dos versos de repente obedecem às carreiras, que podem ser do "A", que implica como rimas no verbo "...ar", por exemplo: "dançá" e "cantá"; do Sagrado, com rimas em "...ado", por exemplo: "cansado" e "desajeitado".

Embora conduzido ao som de viola, que marca o compasso e pelos versos do cururueiro, o Cururu também tem na sua tradição, uma participação do público, que pode aplaudir uma combinação brilhante de palavras nos versos, ou então, criticar o desempenho do canturião, quando este perde o compasso da viola e "...perde a batida".

Totalmente improvisado, mas cumprindo regras determinadas pelas tradições folclóricas, o Cururu foi criado por motivos religiosos, com base em eventos da igreja Católica, principalmente nas Festas em devoção ao Divino Espírito Santo, quando na hora em que ocorre o "pouso do divino", o cururueiro começa a cantar para saudar a chegada do Divino.

Esse é o considerado "auge" de uma apresentação de Cururu, onde o canturião deve mostrar todos os seus conhecimentos e habilidades para rimar versos bíblicos e com eles, desenvolver dentro deles, uma história.

Assim como uma narrativa escrita, o Cururu é uma história cantada, onde o assunto a ser cantado é decidido pelo próprio cururueiro. Na verdade é ele quem dará rumo ao que será tratado durante a "cantoria".

O Cururu, além de ter motivos religiosos pode ser denominado como canto de Repente, só que o diferencial do repente paulista para os demais, como o repente gaúcho e nordestino, está nas particularidades, que podem ser referidas como diferenciais entre cada uma, mas o que ambas possuem em comum é a improvisação durante a apresentação musical.

Entre outros aspectos, o que mais é exigido de um canturião de Repente é que ele tenha amplo conhecimento, ou seja, deve mostrar que sabe sobre o que está acontecendo e que conhece como ninguém, os versos bíblicos.

Fonte:http://www.violatropeira.com.br/cururu.htm

sábado, 16 de abril de 2011

Saudade Sertaneja (Volume 22)

Parque Histórico Iguassu na cidade de União da Vitória

Parque que retrata a ocupação humana no médio Vale do Iguaçu dos amigos Dago e Joana. O parque possui moinho colonial, barbaqua, atafona, oca de índio, casa de caboclo, casa ucraniana e alemã, vagão pagador, entre outros. Vale a pena conhecer!

Casa do Moinho, uma relíquia construída por imigrantes poloneses na virada dos séculos 19 e 20 e transportada para o local. A roda d'água e todas as peças para o fabrico do fubá, farinha de milho, beneficio de arroz e outros cereais, foram minuciosamente escolhidas, encontradas no Município de Cruz Machado, que faz divisa com União da Vitória e passou pelo mesmo processo de colonização.

No rastro da ocupação e desenvolvimento da região já estão construídas habitações de índios, inicialmente as dos Guaranis, mas também serão erguidas as dos Caingangues e Botocudos, e a casa de caboclos. Ainda serão representados o espaço dos tropeiros, os armazéns (bodega), a vila dos imigrantes, o ciclo da navegação (as expedições a barco e vapores), ciclo da erva-mate, ciclo da madeira (serraria, cemitérios das árvores), estrada de ferros (Conflito do Contestado) e a estação do futuro. Até um hotel será construído na área.

Por um convênio com a Prefeitura de União da Vitória, essa riqueza natural é visitada por turistas todas as semanas, além das excursões particulares. A própria prefeitura tem direito a uma cota de convidados, em troca de infra-estrutura. "Trazemos alunos de escolas públicas sem cobrar nada", informa o presidente da Autarquia de Esportes do Município, Mário Lúcio Pereira Ferreira. "Vamos concluir nosso segundo mandato com um investimento mais pesado no turismo", promete o prefeito, Hussein Bakri.

Assessoria de Imprensa da Paraná Esporte
Moacir Domingues
Fotos: Thainá Laureano

Contato: Agência Sete Ilhas
Rua Costa Carvalho, 777, centro
União da Vitória – Paraná
Telefone: (42) 3522-5632
Site: www.agenciaseteilhas.com.br
E-mail: arceli@agenciaseteilhas.com.br
e dulce@agenciaseteilhas.com.br

Saudade Sertaneja (Volume 22)

  1. Amor no Sertão (C. A. Paim e Décio Abramo) Raul Torres, Ida e Irene Baldi e San'tanna (1931)
  2. Caipira Apurado (Mandi) Mandi e Sorocabinha (1931)
  3. Caninha Verde (Raul Torres e G. Machado) Raul Torres e Lázaro Machado (1931)
  4. Casando à Bessa (Ochelcis A. Laureano) Irmãos Laureano (1937)
  5. Depois das Eleições (Mandi) Mandi e Sorocabinha (1930)
  6. Eu Vou Chorar (Xerém e Bentinho) - Xerém e Bentinho (1939)
  7. Gavião (Arlindo Santana) Arlindo Santana e Vila Nova (1938)
  8. Liga das Nações (Alvarenga e Ranchinho) Alvarenga e Ranchinho (1936)
  9. Marica Chorando (Zico e Ferrinho) Zico Dias e Ferrinho (1934)
  10. Meu Burro Saudoso (Cornélio Pires, Mariano e Caçula) Mariano e Caçula (1930)
  11. Moda do Adomadô (Cunha Júnior) Nhô Nardo e Cunha Júnior (1939)
  12. Moda do Ceguinho (Ochelsis Laureano) Laureano e Soares (1939)
  13. Não Zanga Comigo Não (Nair Mesquita) Raul Torres e Nair Mesquita (1930)
  14. O Tiê e o Tiá (Raul Torres) Raul Torres e Seu Bando de Baitacas (1932)
  15. Repicando a Viola (Laureano) Irmãos Laureano (1938)
  16. Roda na Fogueira (Alvarenga e Ranchinho) Alvarenga, Ranchinho e Antenógenes Silva (Grav. 1936, Lanç. 1937)
  17. Tudo Selado (Mandi) Mandi e Sorocabinha (1937)
  18. Vida Apertada (Cornélio Pires) Cornélio Pires e Arruda (1930) Falada, Columbia 20.014-B

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

João Mulato e Douradinho (1986) Imã do Amor

  1. Imã do Amor (Alcino Alves e João Mulato)
  2. Canga do Tempo (José Fortuna e Paraíso)
  3. Por Onde Anda Você (João Mulato e Zancope Simões)
  4. Vida Dura (Jovelino Souto e Rossi)
  5. Jogo de Guerra (Joel Marques e Ivone Ribeiro)
  6. Sabor de Vitória (João Mulato e Sebastião Victor)
  7. Sinal de Baton (José Fortuna e Paraíso)
  8. Preto Doutor (João Mulato e Capitão Pereira)
  9. Rei da Madrugada (Manoelito Nunes e Nina Santos)
  10. Pedido à São Jorge (José Piovesan e João Mulato)
  11. Volta Pra Casa (Moniz)
  12. Fazendeiro Galante (Jesus Belmiro)

JOÃO MULATO E DOURADINHO - O IMÃ DO AMOR.rar (RAPIDSHARE)
JOÃO MULATO E DOURADINHO - IMÃ DO AMOR.rar  (MEDIAFIRE)

Links do Blog Paisagem do Sertão

domingo, 3 de abril de 2011

Saudade Sertaneja (Volume 21)

tapera

" casa velha desabitada" pra os que passam despercebidos,
resto de barro e madeira acumulando cupins, pra os que olham sem ver!
Ruínas que o tempo rumina na lentidão das auroras,
onde a chuva cai lenta e carrega de alento
um barro vermelho que escorre das paredes,
tal sangue jorrado pelas feridas da alma.
Casa de pouso bom, de sonhos que se gastaram
pelas distâncias dos anos que foram embora,
levando consigo ancestrais criadores,
que ergueram paredes,
baldrames e telhados de santa-fé.
Jovens que tinham sonhos e os tornaram possíveis,
forjando sorrisos e rebentos pro mundo!
Tendo um porto seguro por morada,
onde as criações de porcos, ovelhas e vacas pampas,
rodeavam o galpão e os cuscos esperavam a mulher bater a toalha,
para dividir as migalhas de pães com galinhas famintas
e pintinhos recém chocados.
Cacimba de aguada boa, gelada pros dias mais quentes,
onde guris traziam a lata pingando e molhando o assoalho,
recém limpo a vassoura de guanxuma e pano com querosene!
Luz de lampião a noite vazava nas frestas,
pouco a pouco se iam ao pouso os que la habitavam.
Uma coruja rodeava a varanda,
os filhos pediam a benção aos pais,
que aguardavam o silêncio pra trocar carinhos nas noites banhadas de luar.
Agora é apenas tapera, ruínas de tempo e lembrança,
já não habita a criança que la brincou pelas tardes!
Os velhos se foram embora, os filhos, a cidade consumiu!
A terra ficou pra partilha de moços que nunca pisaram o chão!
Assim te enxergo tapera, com olhos de nostalgias
e pesares que açoitam e derramam lágrimas
da cacimba dos olhos a cada vez que passo na estrada
e percebo tua tristeza na janela quase caída...

Francisco Farias - outubro de 2009

Blog http://acordeseestradas.blogspot.com

  1. Abre a Janela (Capitão Furtado) Mário e Marim (1956)
  2. Caboclo Patriota (Durval de Souza e Zé Mariano) Irmãos Souza e Caçula (1956)
  3. Chiquinha e Antônia (Rômulo Paes e Felisberto Martins) Caxangá e Sanica (1952)
  4. Desquite (Nonô Basílio e Biguá) João Tropeiro e Zé Valente (1961)
  5. Evolução do mundo (Pereirinha) Dupla Zoológica (1950)
  6. Flor Serrana (Dunois Rodrigues de Carvalho) Mariano, Cobrinha e Mário Zan (1948)
  7. Futebor no Arraiá (Flauzino e Florêncio) Flauzino e Florêncio (1939)
  8. Gaúcho Apaixonado (Cacheirinho e Souza) Cacheirinho e Corumbá (1958)
  9. Mais Um Espinho (Sulino) Irmãs Souza (1962)
  10. Mariazinha (Raul Torres e Sebastião Teixeira) Raul Torres e Florêncio (Grav. em 1946, lanç. em 1948)
  11. Mariposa (Anacleto Rosas Jr. e Charanga) Charanga e Chará (1961)
  12. Meu Sistema (Jeca Mineiro) Jeca Mineiro e Mineirinha (1953)
  13. Passeando por São Paulo (Francisco Lacerda e Djalma Batista) Lazim e Castro (1962)
  14. Pé de Coquerá (Brinquinho, Brioso e Abílio Machado) Brinquinho e Brioso (1943)
  15. Saudação aos Gaúchos (Julião e Roque José de Almeida) Mandu e Julião (1962)
  16. Sei que Morro Sem te Amar (Moreno e Adolfinho) Moreno e Adolfinho (1959)
  17. Sino da Capelinha (Vidal Bento e Osvaldo Aude) Lazim e Castro II (1957)
  18. Violeiro de Minas (Osmar Zan e Nonô Basílio) Bié e Juquinha (1955)

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