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Web Rádio "SAUDADE SERTANEJA, transmitindo de Bauru/SP, Sob Direção Geral de Tião Camargo

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Patativa do Assaré o “Poeta da Roça”


Antônio Gonçalves da Silva, dito Patativa do Assaré, nasceu a 5 de março de 1909 na Serra de Santana, pequena propriedade rural, no município de Assaré, no Sul do Ceará. É o segundo filho de Pedro Gonçalves da Silva e Maria Pereira da Silva. Foi casado com D. Belinha, de cujo consórcio nasceram nove filhos. Publicou Inspiração Nordestina, em 1956,  Cantos de Patativa, em 1966.
 
Em 1970, Figueiredo Filho publicou seus poemas comentados Patativa do Assaré. Tem inúmeros folhetos de cordel e poemas publicados em revistas e jornais. Está sendo estudado na Sorbonne, na cadeira da Literatura Popular Universal, sob a regência do Professor Raymond Cantel. Patativa do Assaré era unanimidade no papel de poeta mais popular do Brasil. Para chegar onde chegou, tinha uma receita prosaica: dizia que para ser poeta não era preciso ser professor. 'Basta, no mês de maio, recolher um poema em cada flor brotada nas árvores do seu sertão', declamava.
 
Cresceu ouvindo histórias, os ponteios da viola e folhetos de cordel. Em pouco tempo, a fama de menino violeiro se espalhou. Com oito anos trocou uma ovelha do pai por uma viola. Dez anos depois, viajou para o Pará e enfrentou muita peleja com cantadores. Quando voltou, estava consagrado: era o Patativa do Assaré. Nessa época os poetas populares vicejavam e muitos eram chamados de 'patativas' porque viviam cantando versos. Ele era apenas um deles. Para ser melhor identificado, adotou o nome de sua cidade.
 
Filho de pequenos proprietários rurais, Patativa, nascido Antônio Gonçalves da Silva em Assaré, a 490 quilômetros de Fortaleza, inspirou músicos da velha e da nova geração e rendeu livros, biografias, estudos em universidades estrangeiras e peças de teatro. Também pudera. Ninguém soube tão bem cantar em verso e prosa os contrastes do sertão nordestino e a beleza de sua natureza. Talvez por isso, Patativa ainda influencie a arte feita hoje. O grupo pernambucano da nova geração 'Cordel do Fogo Encantado' bebe na fonte do poeta para compor suas letras.
 
Luiz Gonzaga gravou muitas músicas dele, entre elas a que lançou Patativa comercialmente, 'A triste partida'. Há até quem compare as rimas e maneira de descrever as diferenças sociais do Brasil com as músicas do rapper carioca Gabriel Pensador. No teatro, sua vida foi tema da peça infantil 'Patativa do Assaré - o cearense do século', de Gilmar de Carvalho, e seu poema 'Meu querido jumento', do espetáculo de mesmo nome de Amir Haddad. Sobre sua vida, a obra mais recente é 'Poeta do Povo - Vida e obra de Patativa do Assaré' (Ed. CPC-Umes/2000), assinada pelo jornalista e pesquisador Assis Angelo, que reúne, além de obras inéditas, um ensaio fotográfico e um CD.
 
Como todo bom sertanejo, Patativa começou a trabalhar duro na enxada ainda menino, mesmo tendo perdido um olho aos 4 anos. No livro 'Cante lá que eu canto cá', o poeta dizia que no sertão enfrentava a fome, a dor e a miséria, e que para 'ser poeta de vera é preciso ter sofrimento'.
 
Patativa só passou seis meses na escola. Isso não o impediu de ser Doutor Honoris Causa de pelo menos três universidades. Não teve estudo, mas discutia com maestria a arte de versejar. Desde os 91 anos de idade com a saúde abalada por uma queda e a memória começando a faltar, Patativa dizia que não escrevia mais porque, ao longo de sua vida, 'já disse tudo que tinha de dizer'. Patativa morreu em 08 de julho de 2002 na cidade que lhe emprestava o nome.

A — Ai, como é duro viver
nos Estados do Nordeste
quando o nosso Pai Celeste
não manda a nuvem chover.
É bem triste a gente ver
findar o mês de janeiro
depois findar fevereiro
e março também passar,
sem o inverno começar
no Nordeste brasileiro.

B — Berra o gado impaciente
reclamando o verde pasto,
desfigurado e arrasto,
com o olhar de penitente;
o fazendeiro, descrente,
um jeito não pode dar,
o sol ardente a queimar
e o vento forte soprando,
a gente fica pensando
que o mundo vai se acabar.

C — Caminhando pelo espaço,
como os trapos de um lençol,
pras bandas do pôr do sol,
as nuvens vão em fracasso:
aqui e ali um pedaço
vagando... sempre vagando,
quem estiver reparando
faz logo a comparação
de umas pastas de algodão
que o vento vai carregando.

D — De manhã, bem de manhã,
vem da montanha um agouro
de gargalhada e de choro
da feia e triste cauã:
um bando de ribançã
pelo espaço a se perder,
pra de fome não morrer,
vai atrás de outro lugar,
e ali só há de voltar,
um dia, quando chover.

E — Em tudo se vê mudança
quem repara vê até
que o camaleão que é
verde da cor da esperança,
com o flagelo que avança,
muda logo de feição. 
O verde camaleão
perde a sua cor bonita
fica de forma esquisita
que causa admiração.

F — Foge o prazer da floresta
o bonito sabiá,
quando flagelo não há
cantando se manifesta.
Durante o inverno faz festa
gorjeando por esporte,
mas não chovendo é sem sorte,
fica sem graça e calado
o cantor mais afamado
dos passarinhos do norte.

G — Geme de dor, se aquebranta
e dali desaparece,
o sabiá só parece
que com a seca se encanta. 
Se outro pássaro canta,
o coitado não responde;
ele vai não sei pra onde,
pois quando o inverno não vem
com o desgosto que tem
o pobrezinho se esconde.

H — Horroroso, feio e mau
de lá de dentro das grotas,
manda suas feias notas
o tristonho bacurau.
Canta o João corta-pau
o seu poema funério,
é muito triste o mistério
de uma seca no sertão;
a gente tem impressão
que o mundo é um cemitério.

I — Ilusão, prazer, amor,
a gente sente fugir,
tudo parece carpir
tristeza, saudade e dor. 
Nas horas de mais calor,
se escuta pra todo lado
o toque desafinado
da gaita da seriema
acompanhando o cinema
no Nordeste flagelado.

J — Já falei sobre a desgraça
dos animais do Nordeste;
com a seca vem a peste
e a vida fica sem graça. 
Quanto mais dia se passa
mais a dor se multiplica;
a mata que já foi rica,
de tristeza geme e chora. 
Preciso dizer agora
o povo como é que fica.

L — Lamento desconsolado
o coitado camponês
porque tanto esforço fez,
mas não lucrou seu roçado. 
Num banco velho, sentado,
olhando o filho inocente
e a mulher bem paciente,
cozinha lá no fogão
o derradeiro feijão
que ele guardou pra semente.

M — Minha boa companheira,
diz ele, vamos embora,
e depressa, sem demora
vende a sua cartucheira. 
Vende a faca, a roçadeira,
machado, foice e facão;
vende a pobre habitação,
galinha, cabra e suíno
e viajam sem destino
em cima de um caminhão.

N — Naquele duro transporte
sai aquela pobre gente,
agüentando paciente
o rigor da triste sorte. 
Levando a saudade forte
de seu povo e seu lugar,
sem um nem outro falar,
vão pensando em sua vida,
deixando a terra querida,
para nunca mais voltar.

O — Outro tem opinião
de deixar mãe, deixar pai,
porém para o Sul não vai,
procura outra direção. 
Vai bater no Maranhão
onde nunca falta inverno;
outro com grande consterno
deixa o casebre e a mobília
e leva a sua família
pra construção do governo.

P - Porém lá na construção,
o seu viver é grosseiro
trabalhando o dia inteiro
de picareta na mão.
Pra sua manutenção
chegando dia marcado
em vez do seu ordenado
dentro da repartição,
recebe triste ração,
farinha e feijão furado.

Q — Quem quer ver o sofrimento,
quando há seca no sertão,
procura uma construção
e entra no fornecimento.
Pois, dentro dele o alimento
que o pobre tem a comer,
a barriga pode encher,
porém falta a substância,
e com esta circunstância,
começa o povo a morrer.

R — Raquítica, pálida e doente
fica a pobre criatura
e a boca da sepultura
vai engolindo o inocente. 
Meu Jesus!  Meu Pai Clemente,
que da humanidade é dono,
desça de seu alto trono,
da sua corte celeste
e venha ver seu Nordeste
como ele está no abandono.

S — Sofre o casado e o solteiro
sofre o velho, sofre o moço,
não tem janta, nem almoço,
não tem roupa nem dinheiro. 
Também sofre o fazendeiro
que de rico perde o nome,
o desgosto lhe consome,
vendo o urubu esfomeado,
puxando a pele do gado
que morreu de sede e fome.

T — Tudo sofre e não resiste
este fardo tão pesado,
no Nordeste flagelado
em tudo a tristeza existe. 
Mas a tristeza mais triste
que faz tudo entristecer,
é a mãe chorosa, a gemer,
lágrimas dos olhos correndo,
vendo seu filho dizendo:
mamãe, eu quero morrer!

U — Um é ver, outro é contar
quem for reparar de perto
aquele mundo deserto,
dá vontade de chorar.
Ali só fica a teimar
o juazeiro copado,
o resto é tudo pelado
da chapada ao tabuleiro
onde o famoso vaqueiro
cantava tangendo o gado.

V — Vivendo em grande maltrato,
a abelha zumbindo voa,
sem direção, sempre à toa,
por causa do desacato.
À procura de um regato,
de um jardim ou de um pomar
sem um momento parar,
vagando constantemente,
sem encontrar, a inocente,
uma flor para pousar.

X — Xexéu, pássaro que mora
na grande árvore copada,
vendo a floresta arrasada,
bate as asas, vai embora. 
Somente o saguim demora,
pulando a fazer careta;
na mata tingida e preta,
tudo é aflição e pranto;
só por milagre de um santo,
se encontra uma borboleta.

Z — Zangado contra o sertão
dardeja o sol inclemente,
cada dia mais ardente
tostando a face do chão. 
E, mostrando compaixão
lá do infinito estrelado,
pura, limpa, sem pecado
de noite a lua derrama
um banho de luz no drama
do Nordeste flagelado.

Posso dizer que cantei
aquilo que observei;
tenho certeza que dei
aprovada relação.
Tudo é tristeza e amargura,
indigência e desventura.
— Veja, leitor, quanto é dura
a seca no meu sertão.
Fonte: http://lucidreira.blogspot.com/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Del Vécchio e Pedrinho (2009)

Del Vécchio e Pedrinho Capa Del Vécchio e Pedrinho Contra-capa Del Vécchio e Pedrinho CD Cláudio Del Vécchio e Pedro Del Vécchio são da Cidade de Jaboticabal/SP. O Cláudio, depois de formar dupla com seu outro irmão, o Zé Ricardo,  formou dupla com o Thomazini  e  venceram o Festival Rímula em 1989 com a música Viola Mulher. Gravaram três disco, sendo um como Cláudio e Thomazini e dois como Del Vécchio e Thomazini. O Pedrinho Del Vécchio também já havia gravado um LP como “Ademir (Itápolis) e Peão do Carro”; ele era o Peão do Carro. Desfeita a dupla Del Vécchio e Thomazini, surgiram as duplas Del Vécchio e Pedrinho e Zé Ricardo e Thomazini.

O original deste CD pode ser adquirido através do telefone (16) 3203-3427

  1. Poeta Caipira (Jesus Belmiro e Del Vécchio)
  2. Sol da Minha Vida (José Fortuna e Paraíso)
  3. Algemas da Saudade (Lando e Del Vécchio)
  4. Dona das Flores (José Fortuna e Paraíso)
  5. Desabafo (José Bortolani e Zé Guerra)
  6. Divina Viola (Praense e Paulo Azarias)
  7. Do Berço Nasce a Poesia (Garcia e Zé Matão)
  8. É Bonito (Tony Gomide, Zé Matão e Carreirinho)
  9. Manhãs Em Flores (José Fortuna e Paraíso)
  10. Natal na Roça (Zé Matão)
  11. O Pagode Não Tem Dono (Vitor Settani (DR) e Dino Franco)
  12. Prá Cá da Porteira (Valdemar Reis e Lico)
  13. Praça da Sé (Muniz Teixeira e Zé Matão)
  14. Mensagem a Minha Família (Zé Matão)
  15. Sorriso do Mundo (Zé Venâncio)

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Lourenço e Lourival (2006) Globo Rural

Lourenço e Lourival

  1. Como Eu Chorei (Telmo de Maia)
  2. A Caneta e a Enxada (Capitão Balduino-Teddy Vieira)
  3. A Sementinha (Itapuã-Dino Franco)
  4. Bica d´agua (José Victor-Joselito)
  5. Cana Verde (Tonico-Tinoco)
  6. Chamada a Cobrar (Tião Carreiro-Donizete)
  7. Curitibana (Tonico-Tinoco-Perigoso)
  8. Desde que Te Vi (Luis B.de Alves-Vs Belmonte)
  9. Vou Tomá um Pingão (Leo Canhoto)
  10. Os Três Boiadeiros Japoneses*
  11. Faculdade do Mundo (Luiz de Castro-Muniz Teixeira)
  12. Mágoa de Boiadeiro (Índio Vago-Nonô Basílio)
  13. Mariquinha (Silveira / Dito Mineiro) Checar em Silveira e Barrinha
  14. Meu Reino Encantado (Valdemar Reis-Vicente P. Machado)
  15. Rio de Lágrimas (Lourival Santos-Piraci-Tião Carreiro)
  16. O Telefone Chora (Le Telephone Pleure) (F. Thomas-C. François-J.P.Bourtayre-Vs Murano)

* (Original de Anacleto R.Júnior (Os Três Boiadeiros),  paródia de Lourenço e Lourival)

FileServe / FileSonic / Hotfile / Uploading
Créditos: Ademar Afonso

Os irmãos Arlindo Cassol, o Lourenço, e Antônio Cassol, o Lourival nasceram em Ribeirão Preto-SP nos dias 05/05/1939 e 11/09/1942, respectivamente.

Durante a infância, qualquer lata de óleo era logo por eles "adaptada" e "virava uma violinha", a qual eles sonhavam possuir; mas foi somente na década de 1950 que conseguiram um instrumento musical de verdade.

Iniciaram a carreira artística na adolescência com os nomes artísticos "Maurinho e Toninho" cantando na "Rádio 79" de Ribeirão Preto-SP.

Em 1959, Arlindo e Antônio trocaram Ribeirão Preto-SP pela Capital Paulista, onde se apresentaram nas Rádios Cometa, 9 de Julho, América, Capital, Nacional e também na Record, onde apresentaram durante 10 anos o programa "Linha Sertaneja Classe A", às Terças e aos Sábados. Passaram também um período no Rio de Janeiro-RJ onde atuaram na Rádio Mairink Veiga.

O primeiro disco foi gravado em 1962 com as músicas "Meu Regresso" (Tuta - José Russo), e "Amor Derrotado" (Garoa).

Em 1964 gravaram “Beija-flor” de Paulíbio e Paulébio) e “Pagode da Comparação” de Antonio R. Rodrigues e Lourenço.

Um problema de saúde com Lourival, no entanto, obrigou a dupla a se afastar da carreira musical, a qual foi retomada somente em 1967, quando foram contratados pela gravadora Chantecler, quando eles passaram a realmente se destacar dentre as diversas duplas de sucesso na época.

Saiba mais…Boa Música Ricardinho

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Kleuton e Karen “Genuinamente Capira”

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Kleuton e Karen, uma dupla Genuinamente Caipira, naturais de Brasília / DF, (começaram suas raízes musicais na cidade de Anápolis / GO) com 4 anos de carreira, usam o carisma e a humildade para levar alegria aos amantes da música raiz.

Ao acaso encontraram-se em meados de 2006, apresentados por um amigo (violeiro em uma roda de viola), e começaram a namorar.

Em uma reunião de amigos, Kleuton e Fabíula (hoje Karen), fizeram uma roda de viola por brincadeira, e quem assistiu gostou muito. Com tanta cobrança de formação da dupla, decidiram se inscrever em um festival regional para sentirem a aceitação do público.

Foi um sucesso! Conquistaram o 1º Lugar dentre 600 duplas do Estado de Goiás.

Desde esse momento, a dupla não parou mais. Com 19 títulos em festivais a nível nacional (GO, MT, MG, SP, DF, ES, etc), preparam seu primeiro CD, que será lançado em janeiro de 2011.

Com seu trabalho, não somente pretendem atingir o público sertanejo que aprecia a música raiz, mas também, querem divulgar e trabalhar para que as pessoas que não tem conhecimento do estilo possam conhecer e assim passem a apreciar a música caipira e agregar valores culturais à nossa música brasileira.

Kleuton e Karen (hoje casados) mostram um pouquinho da harmonia rancheira, em músicas raízes clássicas à raízes românticas. Seguem no resgate e na defesa da bandeira da música raiz, com viola e violão.

É um dos únicos casais (em seu estilo) no seguimento caipira no país inteiro.

Saiba mais… http://www.kleutonekaren.com.br/

Adquira já o seu pelo e - mail: kleutonekaren@gmail.com

(Assunto: CD Kleuton & Karen)

Ou pelo Telefone: 61 9922-8889.

Lançamento oficial do CD acontecerá no:

ENCONTRO DE FOLIA DE REIS DO DISTRITO FEDERAL

EDIÇÃO ESPECIAL 10 ANOS

Local: Pavilhão A da Expo Brasília – Parque da Cidade – Brasília/DF

PROGRAMAÇÃO

SEXTA-FEIRA- 18/02

22h Vanderley e Valtecy

23h Irmãs Galvão

SÁBADO- 19/02

22h Kleuton e Karen (Lançamento oficial do CD)

22h30 Pereira da Viola

23h30 Zé Mulato e Cassiano

Atrações diárias e permanentes

Informações: www.encontrodefoliadereis.com.br

Como nosso objetivo é resgatar e preservar nossa verdadeira Música Sertaneja, estamos divulgando este belo trabalho do casal Kleuton Karen, dupla que canta e defende nossoa Música Raíz.

Aqui, nada de download…

Tião Camargo

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Zé Fortuna e Pitangueira (1965) Nossos Filhos

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  1. Nossos Filhos (José Fortuna e Pitangueira)
  2. Moça Magra (José Fortuna)
  3. Nas Águas do Rio (José Fortuna)
  4. A Vingança do Zé Gavião (José Fortuna e Torrinha) Monólogo)
  5. Tango do Adeus (José Fortuna e Lucílio Antunes)
  6. Alma de Pedra (José Fortuna)
  7. Esteio de Aroeira (José Fortuna e Zé do Fole)
  8. Conselho P'rás Moças (José Fortuna e Pitangueira)
  9. Noite de Chuva (José Fortuna e Pitangueira)
  10. Livro do Destino (José Fortuna e Mário Agnaldo)
  11. Beija-Flor (José Fortuna)
  12. O Maior Presente (José Fortuna e Luizinho)

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BIOGRAFIA (Zé Fortuna e Pitangueira) Recanto Caipira

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Zé Ricardo e Thomazini (2009) SOS Natureza

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Pessoal, quando postamos os dois CDs do Cláudio Del Vécchio e Thomazini - um como Cláudio e Thomazini e outro como Del Vécchio e Thomazini) dissemos que a dupla havia se separado e que o Cláudio Del Vécchio tinha formado uma dupla com seu irmão Pedro Del Vécchio e o Thomazini formado dupla com o Zé Ricardo Del Vécchio.

Pois bem, o Cláudio me enviou os dois CDs e estamos postando para divulgação. Não vamos postar para download porque se trata de trabalho recente e o pessoal porecisa faturar. Não seria justo disponibilizá-los gartuitamente agora. Eu ouvi os dois CDs e podem acreditar que são de primeiríssima qualidade.

Merece grande destaque nesses dois álbuns as belíssimas poesias do Lando, irmão do Thomazini, compositor de uma das mais belas músicas sertanejas dos últimos tempo "Viola Mulher". Sem dúvida, um dos grandes poetas sertanejos do momento.

Acredito que estão à venda nas lojas, pois se trata da Gravadora Tocantins, dos nossos amigos "Os Dois Mineiros. Mas se vocês não encontrarem os CDs e/ou se quizerem contratar shows com as duplas, os telefones são os seguintes: Zé Ricardo e Thomazini (XX16) 3202-4190, 3203-3192, 92924818, Del Vécchio e Pedrinho (XX16) 3203-3427, Jaboticabal. Eu recomendo! São bons demais!

O texto acima escrevi quando postei apenas as capas e demais dados do CD SOS Natureza de Zé Ricardo e Thomazini, em 08/07/2009. Não disponibilizei o álbum para download por se tratar de lançamento. Agora, um ano e meio depois, resolvi fazê-lo, adicioando o LINK que recebi de nossa colaboradora Idalice Gomes, atendendo muitos e muitos pedidos de pessoas que não conseguiram adquirir o CD, principalmente os radialistas e divulgadores. Mas ainda aconselho, quem quiser pode adquirir através dos telefones citados acima. Vale a pena ter o CD original, belíssimas músicas, lindo mesmo!

Zé Ricardo e Thomazini são da Cidade de Jaboticabal: O Zé Ricardo é irmão do Cláudio Del Vécchio e do Pedrinho Del Vécchio. A Primeira dupla dos Irmãos Del Vécchio era formada por Cláudio e Zé Ricardo (Postado aqui no blog), depois o Cláudio formou dupla com o Thomazini  e  venceram o Festival Rímula em 1989 com a música Viola Mulher. Gravaram três disco, sendo um como Cláudio e Thomazini e dois como Del Vécchio e Thomazini. O Pedrinho Del Vécchio também já havia gravado um LP como o “Ademir (Itápolis) e Peão do Carro”; ele era o Peão do Carro. Desfeita a dupla Del Vécchio e Thomazini, surgiram as duplas Del Vécchio e Pedrinho e Zé Ricardo e Thomazini.

O Thomazini é médico em Jabotical e irmão do também médico e grande compositor Lando, autor da célebre música “Viola Mulher”

Del Vécchio e Thomazini (Estrela da Vida)

Cláudio e Thomazini (Viola Mulher)

Cláudio e Zé Ricardo (Dupla Saudade)

  1. Eu Que Ti Quero Bem Mais, Bem Mais (Lando, Mariana e V. Thomazini)
  2. Funil de Pedra (Iria Bernardes)
  3. Raíz do Deserto (Lando)
  4. Canção da Saudade (Jesus Belmiro)
  5. Porteiras do Tempo (Lando e Thomazini)
  6. Estrada Melodia (Lando e Cláudio Del Vécchio)
  7. Justiça Amiga da Onça (Lando)
  8. Marido Ciumento (Lando)
  9. Primeira Cartilha (Ademar Braga e Tião do Carro)
  10. Primeiro Passo (Lando)
  11. Labirinto de Alegria (Lando)
  12. Lamento de Um Caboclo (Zé Ricardo)
  13. SOS Natureza (Lando, Cláudio Del Vécchio e Zé Ricardo)
  14. Pioneiros e Violeiros (Lando e Thomazini)
  15. Carreteiro (Manoel Vargas Loureiro e José Sartori)
  16. Vivendo de Saudade (Zé Ricardo)

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Prêmio Rossini de Excelência da Viola Caipira

"Cumadres" e "Cumpadres"!!!
É praticamente impossível explicar com palavras o que foi "A Viola Em Noite De Gala Em Belo Horizonte-MG", no dia 18/01/2011!!!

Verdadeiro Momento Histórico para a Viola e para a autêntica Música Caipira Raiz, esse evento, que teve lugar no Minas Centro, na Capital Mineira, foi uma realização do IBVC - Instituto Brasileiro da Viola Caipira (http://www.ibvc.org.br) sob a coordenação de Margaret Lemos, Pedro "Pinho" Lemos e João Araújo!!!

A emoção de ter recebido o Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira, na Categoria "Site", foi algo que realmente "não tem preço"!!!

Essa premiação nacional aconteceu na noite de 18/01/2011 e envolveu os maiores expoentes de todos os tempos, em 23 categorias, o que contemplou toda a "cadeia produtiva" de um dos Instrumentos Musicais mais importantes da Cultura Brasileira.

A noite foi maravilhosa e, após a Entrega do Prêmio, além da Apresentação de Chico Lobo e Pereira da Viola no Minas Centro, teve também uma "Roda de Viola" que durou até às 06:00 da manhã, no SESC Venda Nova, onde estávamos hospedados!!! Pereira da Viola e Índio Cachoeira, dentre outros, pontearam a Viola durante essa inesquecível madrugada!!!

Fiz uma atualização na Página Inicial do www.boamusicaricardinho.com (a página na qual "o trem apita") com a informação sobre o Prêmio Rozini e também o link para uma nova página que criei no site, com diversas fotos e informações mais detalhadas sobre a Premiação!!!

Seguem também dois arquivos "zipados" os quais totalizam 234 fotos por ocasião do Prêmio Rozini de Excelencia na Viola Caipira de 18/01/2011.
Os dois arquivos se encontram nos dois links abaixo:

http://www.sendspace.com/file/8w9j4k
http://www.sendspace.com/file/sng1dj

Parabéns a todos os que foram premiados e também à "Cumadre" Margaret, ao "Cumpadre" Pinho e ao "Cumpadre" João Araújo que tornaram possível esse maravilhoso evento!!!

Bastante Sucesso a todos!!!

Recebam, mais uma vez um grande abraço de Netinha e Ricardinho!!!

Não perca esse trem! O site

http://www.boamusicaricardinho.com