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Web Rádio "SAUDADE SERTANEJA, transmitindo de Bauru/SP, Sob Direção Geral de Tião Camargo

sábado, 18 de julho de 2009

João Mulato e Douradinho (Zé Goiano)

01 - Amanhecer Sertanejo (Téo Azevedo e Jansen)
02 - As Três Cuiabanas (Zé Carreiro e Carreirinho)
03 - Boi Soberano (Carreirinho, Izaltino Gonçalves e Pedro Lopes Oliveira)
04 - Boiada Cuiabana (Raul Torres)
05 - Caboclo de Sorte (Dino Franco e Tião Carreiro)
06 - Catimbau (Teddy Vieira e Carreirinho)
07 - Ferreirinha (Carreirinho)
08 - João Mulato e Zé Goiano
09 - Páginas de Saudade (J. dos Santos e Mineiro)
10 - Rei do Gado (Teddy Vieira)
11 - Reunião de Amigos (João Mulato e Júlio Guidini)
12 - Sapato 42 (Caetano Erba e Paraíso)
13 - Travessia do Araguaia (Dino Franco e Décio dos Santos)
14 - Um Pouco de Meu Passado (João Mulato e Poeta)
15 - Vida de Peão (Téo Azevedo e Paraíso)
16 - Viola Cor de Ouro (João Mulato e Jesus Belmiro)

A Volta de Eli Silva e Zé Goiano


Histórias das nossas modas

Nome genérico que designa a música produzida a partir da década de 20 do século XX por compositores urbanos e rurais e que anteriormente era chamada de modo geral de modas, toadas, cateretês, chulas, emboladas e batuques. A música sertaneja como tal surgiu em 1929, quando Cornélio Pires, pesquisador, compositor, escritor e humorista, começou a gravar "causos" e fragmentos de cantos tradicionais rurais na região cultural caipira, que abrange a área do interior paulista, norte e oeste paranaenses, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e matogrossense. Na época das gravações pioneiras de Cornélio Pires, o gênero era conhecido como música caipira, cujas letras evocavam a beleza bucólica e romântica da paisagem, assim como o modo de vida do homem do interior em oposição à vida do homem da cidade. Hoje tal gênero é denominado música raiz, com as letras dando ênfase no cotidiano e maneira de cantar. Entre as duplas pioneiras nas gravações em disco, destacaram-se inicialmente Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocabinha e Mariano e Caçula. Estas primeiras duplas cantavam principalmente as chamadas modas de viola, com uma temática bastante ligada à realidade cotidiana.

A história da música raiz, pode ser dividida em três fases. De 1929 até 1944, como música caipira ou música raiz; do pós-guerra até os anos 60, numa fase de transição; e do final dos anos 60 até a atualidade, como música sertaneja romântica. Na primeira fase, "os cantadores interpretavam modas de viola e toadas, canções estróficas que após uma introdução da viola (repique) falavam do universo sertanejo numa linguagem essencialmente épica, muitas vezes satírico-moralista e menos frequentemente amorosa. Os duetos em vozes paralelas eram acompanhadas pela viola caipira, instrumento de cordas duplas e vários sistemas de afinação (como cebolinha, cebolão, rio abaixo) e mais tarde também pelo violão". Destacaram-se nessa tendência, entre outros, mesmo que gravando em época posterior, Cornélio Pires e sua "Turma Caipira", Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha, Pena Branca e Xavantinho. Entre as músicas que ganharam destaque desta tendência estão entre outras, "Jorginho do sertão", de Cornélio Pires, "O bonde camarão" de Cornélio Pires e Mariano, "Sertão do Laranjinha", de Ariovaldo Pires e "Cabocla Tereza", de Ariovaldo Pires e João Pacífico.

Após a guerra introduzem-se na música caipira novos instrumentos como a harpa, e o acordeom, novos estilos, como os duetos com intervalos variados, o estilo mariachi e novos gêneros, inicialmente a guarânia e a polca paraguaia e mais tarde o corrido e a canção rancheira mexicanos. A polca paraguaia e a guarânia caracterizam-se pela flutuação rítmica de compassos binário composto e ternário simples, em justaposição ou alternância. “A canção rancheira é uma espécie de valseado, e o corrido usa a levada da polca européia, isto é, um binário simples em andamento rápido, enfatizando os inícios de tempo do compasso e usando notas bastante rápidas na melodia”. Ainda nesse período pós-guerra surgem novos ritmos como o rasqueado, introduzido no Brasil por Nhô Pai e Mário Zan principalmente, música com andamento moderado entre a polca paraguaia e a guarânia, a moda campeira e o pagode, mistura de catira e recortado, cujo principal representante foi o violeiro mineiro Tião Carreiro. A temática vai ficando gradualmente mais amorosa, conservando no entanto um caráter autobiográfico.

Artistas desta fase de transição são Cascatinha e Inhana, José Fortuna, adaptador da guarânia, Luizinho, Limeira e Zezinha, lançadores da música campeira, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá. A unidade estilística da música sertaneja é conseguida pelo uso consistente do estilo vocal tenso e nasal e pela referência temática ao cotidiano, seja rural e épico na música raiz.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Quando um escritor ou poeta imagina, cria e escreve uma grande obra ou um soneto, decassílabo ou mesmo um conjunto de estrofes rimadas, ele o faz de forma a levar o leitor a pensar, imaginar, criar fantasias e sentir prazer ao usar sua capacidade humana de imaginação e ver à sua maneira fatos ali narrados.

No conjunto da musica caipira, ou se preferirem, em seu cancioneiro, esse fenômeno aparece com uma clareza meridiana e eivado de exemplos.

Numa analise superficial, porém desapaixonada e com a maior isenção possível, sobre a evolução desse universo musical, desde o seu nascedouro a essa parte, o ouvinte ou leitor perceberá que os assuntos abordados nas letras das musicas vem variando de acordo com a evolução da sociedade.

Para fugir do maniqueísmo de que o as musicas antigas eram boas e as de hoje são ruins, precisamos voltar no tempo e ver a evolução e as transformações que esse estilo de musica e a cultura ali representada experimentou.

Com o êxodo rural o publico consumidor desse estilo de musica deixou o ambiente rural e passou a residir em um ambiente urbano e aos poucos foi percebendo as coisas que o rodeava e por influencia desse meio, seu gosto musical foi se alterando e dando espaço para a primeira grande mudança na musica caipira; foi quando surgiram cantores modernos que destoavam dos já famosos Torres e Florêncio ,Tonico e Tinoco isso para ficar só com dois exemplos marcantes , naquele momento o moderno foi duplas como Nenete e Dorinho, Caçula e Marinheiro ,Tibagi e Miltinho e outros que com suas musicas românticas já abordavam romances e descreviam fatos de um ambiente citadino, isso agradava uma grande parcela dessa nova massa consumidora e simultaneamente a reprovação dos que resistiam as mudanças em curso; era comum por parte desse publico mais conservador dizer que essas musicas eram musicas de zona.

Como se dizia naqueles tempos, enquanto o mundo gira, alpargatas rodas! E assim o mundo seguia de forma inexorável, e novas mudanças na sociedade foram implementadas, a ditadura militar contribuía enormemente com a falta de informação para o povo criando assim terreno fértil para a alienação cultural levando a população a perder quase que por completo o censo do que é belo, passando a consumir coisas ridículas em matéria de musicas. Esse fenômeno se dá também no âmbito da musica caipira, a ponto de vivermos hoje uma bandalheira explicita com duplas que gravando um amontoado de besteirol, faz verdadeira apologia ao estupro.

Duplas boas com repertorio de bom gosto e culturalmente correto, sempre conviveram com as porcarias e oportunistas assim como acontece em todas as atividades humana. É verdade que nos últimos vinte anos essa espécie invasora tem aumentado muito.

Para entendermos a evolução da musica caipira temos que levar em conta um aspecto importantíssimo que é o regime capitalista pela qual a sociedade brasileira “optou”. Ao optarmos pelo capitalismo, automaticamente optamos pela barbárie, pela falta de ética nas relações e pelo lucro a cima de tudo, inclusive das artes, Como no mundo capitalista lucro é sinônimo de sucesso ai vale tudo para obtê-lo e a musica caipira não foge a essa regra.

E essa busca insana pelo sucesso e lucro fácil vem se acentuado ao longo dos anos na medida em que a sociedade vai avançando e se deteriorando em seus costumes e valores

Como podemos observar, nada mudou, o que houve foi que a sociedade avançou rumo a barbárie acentuando assim a bandalheira; e hoje temos boas duplas naufragadas na mídia que corrompe e mata a verdadeira musica sertaneja onde o banjo o violino e o country americano continuam nos colonizando.

Mas ainda vale a pena navegar em meio a esse mar de lamas e ver flutuando com leveza verdadeiros clássicos e lindas poesias onde poetas que não se deixam dobrar e ai eu me incluo modestamente.

Lazaro Carneiro 32042710 ----91165354

http://lazarocarneiro.blogspot.com

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Alternativa FM, 89.7, em breve online

Está é a cara do site da Alternativa FM, 89,7, de Bauru, que está quase pronto; faltam apenas pequenos detalhes. A Rádio está no ar há mais de 5 anos, mas na Net entra na próxima semana.

Esse que aparece na foto – parte inferior – é meu mano Jotha Camargo que apresenta de segunda à sexta, das 17:00 às 20:00 hs, o Programa “No Repique da Viola”

E eu estréio no próximo domingo, das 09:00 às 12:00, com o Programa “Saudade Sertaneja”, destacando os grandes sucessos sertanejos que marcaram época para você curtir e recordar comigo.

O principal objetivo do nosso Programa é resgatar e preservar a Verdadeira Música Sertaneja, como sempre fizemos em outras emissoras onde apresentamos esse mesmo programa. Estive no ar com ele na Bauru Rádio Clube (Rede Bandeirantes de Rádio), de 1986 a 2002, sempre com grande audiência.

domingo, 12 de julho de 2009

Adeus José Caetano Erba - Morre mais um dos grandes poetas sertanejos

Acabei de chegar da Cidade de Lucianópolis, onde aconteceu nesse domingo o 20º Festival Sertanejo daquela Cidade, com Liu e Léu fazendo, de uma maneira brilhante, a abertura do evento. Um belo Festival, uma belíssima apresentação de Liu e Léu, mas desse assunto e volto a falar durante essa semana, porque agora eu quero prestar minha homenagem aquele que foi, sem dúvida alguma, um dos maiores poetas sertanejos de todos os tempo, que foi sepultado nesse domingo, 12/07/2009. Fiquei sabendo da morte do Caetano quando o Léu interrompeu a apresentação dele com o Liu e pediu um minuto de silêncio em homenagem ao José Caetano Erba.

Em 1994, ano em que ganhei os premios de melhor interpretação e melhor música no Festival Sertanejo de Guarulhos com a música "Apeiro de Dois Ofícios", cantando com meu amigo Zé da Barca, tive a felicidade ter o Caetano Erba com um dos jurados daquele Festival.

Abaixo, uma pequena biografia e as principais músicas que ele escreveu e nós deixa como herança.

José Caetano Erba nasceu no dia 11/09/1937 em Pederneiras, SP. Juntamente com seus pais, trabalhou nas lavouras de café até os 18 anos.

Desde os 11 anos já escrevia seus primeiros versos, influenciado que foi pela convivência com as freqüentes festas da roça, catiras e bailes de terreiros onde ouvia a música de violeiros, sanfoneiros e cantadores da região e adjacências que por lá se apresentavam. Em 1958, formou-se em Contabilidade e dois anos depois foi trabalhar no extinto “Banco de São Paulo S.A”, ocasião na qual se mudou para a Paulicéia Desvairada, onde ocupou o cargo de bancário até 1976.

Em São Paulo, conheceu João Salvador Perez, o Tonico, através de Craveiro e Cravinho, que foi, inclusive a dupla que gravou em 1968 a primeira composição de Caetano Erba, "Pai da Aviação".

Participou também de diversos festivais sertanejos, tendo obtido o segundo lugar nos de Santa Izabel e também no da inauguração do Parque Ecológico, em São Paulo-SP. Tirou o primeiro lugar nos concursos de Garça-SP e Jacareí-SP. Em 1972, recebeu o título de "Cidadão Pederneirense". Participou de diversos programas de rádio na Capital Paulista e também foi jurado em diversos festivais, em cidades como Santo André-SP, Jacareí-SP e Guarulhos-SP.

Também foi José Caetano Erba que escreveu o prefácio do livro "Da Beira da Tuia ao Teatro Municipal", escrito por Tonico e Tinoco.

Diversos intérpretes gravaram e continuam gravando suas composições, entre os quais, Craveiro e Cravinho, Tonico e Tinoco, Liu e Léu, Vieira e Vieirinha, Cacique e Pajé, Mococa e Paraíso, Pena Branca e Xavantinho, Tião do Carro e Jackson Antunes”, apenas para citar alguns.

José Caetano Erba esteve presente no Programa “Viola Minha Viola” que foi ao ar no dia 28/05/2003 na TV Cultura de São Paulo, apresentado pela Inezita Barroso, programa no qual estiveram presentes, entre outros, interpretando suas composições, Pena Branca com o conjunto "Viola de Nóis" (que na época ainda se chamava "Mano Véio"), "César e Paulinho" e também a dupla “ Tião do Carro e Odilon”. Pena Branca interpretou inclusive a belíssima composição "Procissão de Gado" (Caetano Erba - Xavantinho - Tião do Carro). E, segundo, Inezita, José Caetano Erba é um "Poeta Paulista que as antologias ainda não registram por pura ingratidão"...

Algumas composições de Caetano Erba:

A Formiguinha (Tião do Carro - José Caetano Erba)
A Mudança (Tião do Carro - José Caetano Erba)
A Volta do Filho (Tião do Carro - Caetano Erba)
Berço de Espinhos (José Caetano Erba - Tião do Carro)
Bolha de Sabão (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Cabritinha de Ouro (Caetano Erba - Da Costa - Cacique)
Cadeira de Balanço (Caetano Erba - Paraíso)
Campo de Batalha (Caetano Erba - Cacique)
Capiau (Caetano Erba - Tião do Carro)
Caquinho de Saudade (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Casa de Infância (Caetano Erba - Luciano - Cacique)
Cobra Enrolada (Caetano Erba - Cacique)
Cortina Dourada (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Dois Astros (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Dr. Coração (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Dr. da Agricultura (Tonico - Tinoco - José Caetano Erba)
Duelo Sem Espada (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Fazenda do Braga (Caetano Erba - Cacique - Russo)
Francisco de Assis (Tião do Carro - Caetano Erba)
Garganta do Mundo (Tião do Carro - Caetano Erba)
Graça Divina (José Caetano Erba - Rodrigo Mattos - Barbosa)
Guerra De Trinta Segundos (Vicente P. Machado - José Caetano Erba)
Hino Sertanejo (Tonico - José Caetano Erba)
Joãozinho Da Favela (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Lembrança da Roça (José Caetano Erba - João Pinheiro)
Lembrança do Carreiro (José Caetano Erba - Ramiro Vióla)
Lembranças do Meu Pai (José Caetano Erba - Mazinho Quevedo)
Mãe De Carvão (Tião do Carro - Caetano Erba)
Mala Amarela (José Caetano Erba - Paraíso)
Mala de Ouro (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Meu Cachorro Fiel (Tonico - Tinoco - Caetano Erba)
Meu Pai (Tião do Carro - Caetano Erba)
Meu Retrato (Tião do Carro - Caetano Erba)
Moça Canavieira (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Natal no Sertão (Tonico - Caetano Erba)
Ninho de Andorinha (José Caetano Erba - Tião do Carro)
Nóis É Do Mato Mais Nóis Conhece (Cézar - José Caetano Erba)
O Cachorro e o Andarilho (Tião do Carro - José Caetano Erba)
O Escravo (Caetano Erba - Paraíso)
O Homem de Sorte (Caetano Erba - José Luís - Cacique)
O Repórter Andarilho (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Patrono do Infinito (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Peões Veteranos (José Caetano Erba - Cacique)
Primeiro Brinquedo (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Procissão de Gado (Caetano Erba - Xavantinho - Tião do Carro)
Professor Galdino Chagas (José Caetano Erba - Cacique)
Puro Caboclo (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Recado de Carreiro (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Saco de Ouro (Paraíso - Caetano Erba)
Sala dos Milagres (José Caetano Erba - Rodrigo Mattos - Gina)
Sem Terra E Sem Caminho (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Trilhas da Vida (José Caetano Erba - João Pinheiro)
34 Anos (Tonico - Tinoco - José Caetano Erba)
33 Anos (Tonico - José Caetano Erba)
Um Peso, Duas Medidas (Tião do Carro - José Caetano Erba)
Vaca Maiada (José Caetano Erba - Cacique - Nil)
Velhos Retratos (José Caetano Erba - Rodrigo Mattos)
Jardineira (José Caetano Erba e Tião do Carro)

Descansa em paz meu poeta!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Chitãozinho e Afolfinho - Raridade

FOTO ILUSTRATIVA

01. Apague O Meu Nome (Chitãozinho) 1959)
02. Cavalo Roxo (Adolfinho e Chitãozinho) anos 50
03. Choro de Bebê (Adolfinho) 1959
04. Mulher Fingida (Chitãozinho) anos 50
05. Porquê (Adolfinho) anos 50
06. Sonhei (Chitãozinho e Érico R. de Oliveira) anos 50
Começaram gravando pela Columbia, pela qual lançaram em 1956 o rasqueado "Vois" não tem razão", e o cateretê "O mal se paga com o bem", ambos de autoria da dupla. Em 1957 gravaram o rasqueado "Falsidade", e o cateretê "Cavalo roxo", de autoria deles mesmos.

Em 1958 foram para a Copacabana, onde gravaram no mesmo ano, a polca "Cenário da vida", de Adolfinho e o cururu "Caminho da ilusão", da dupla.

Em 1959, lançaram pela RGE, o corrido "Choro do bebê", de Adolfinho e o valseado "Apague meu nome", de Chitãozinho. A dupla dissolveu-se no fim dos anos 1950, e cada componente seguiu sua carreira.

Em 1960, Adolfinho cantou com Miltinho, com o qual gravou disco pela RGE, interpretando, de Adolfinho, a rancheira "Onde estás", e de Adolfinho e Miltinho, a polca "Coração".

Em seguida, Adolfinho apresentou-se com Tiãosito, com o qual gravou um disco pela Califórnia, cantando, de autoria da dupla, a canção rancheira "Estrada da vida", e de Adolfinho e Moreno, o cateretê "Sei que morro sem te amar", de Adolfinho e Moreno.

O componente Chitãozinho nada tem a ver com o Chitãozinho da dupla Chitãozinho e Xororó, mas o Miltinho é o goiano Hilton Rodrigues dos Santos, o Miltinho Rodrigues da respeitada e saudosa dupla Tibagi e Miltinho. Temos algumas músicas com Chitãozinho e Miltinho; em breve postaremos aqui.

O Chitãozinho também gravou um LP com o Serra Negra; temos as músicas mas ainda estão faltando alguns dados para que possamos postar. Quem puder nos enviar, nos agradecemos. (slf.camargo@gmail.com)