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Web Rádio "SAUDADE SERTANEJA, transmitindo de Bauru/SP, Sob Direção Geral de Tião Camargo

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Homenagem ao Pardinho “O Dia da Música Sertaneja Raíz”

E-mail enviado pelo Carlos Henrique, filho do Pardinho, ao Ramiro Viola de Botucatu.

Bom dia Ramirão,

Tenho uma noticia ótima que deve ser repassada a todos os amigos da musica caipira Raiz de verdade.

Há mais de 2 anos venho falando com um grande amigo Vereador da Câmara de São Paulo, Sr. Eliseu Gabriel que conseguiu na semana passada através de lei, que seja instituído em São Paulo a comemoração todo dia (14 de Agosto) dia do nascimento de meu Pai, como o dia da musica Raiz.

Vamos fazer um ato solene na Câmara de Vereadores de São Paulo e também uma festa a ser programada em lugar próprio; certamente gostaria de contar com Ramiro Viola e Pardini, pois você sempre lutou e espalhou nossa cultura para todos os cantos.

Vou precisar falar com calma com você para fazermos contatos com duplas antigas e que possam estar presente neste dia pois colaboraram com a nossa musica Raiz.

Grande abraço          

Carlos Henrique / Pardinho Filho.

pardinhoGostaria que o Pardinho filho entrasse em contato conosco, passando mais informações detalhadas sobre o evento para que possamos divulgar melhor aqui no Blog. Precisamos mobilizar toda a Família Sertaneja com o objetivo de prestar esta homenagem ao Grande e Saudoso Antonio Henrique de Lima “Pardinho”, pois, se no estilo de Tião Carreiro e Pardinho o Tião foi imbatível, o Pardinho não fica atrás, um milímetro, sequer. Em minha opinião - longe de querer desmerecer o Tião Carreiro - o Pardinho sempre foi injustiçado; sempre que alguém se refere à Dupla Tião Carreiro e Pardinho, cita somente o nome do Tião: as músicas de Tião Carreiro, os sucessos de Tião Carreiro, o estilo Tião Carreiro. A primeira voz, o jeito e a técnica de como se acompanha um pagode no violão, são duas peculiaridades exclusivas e inigualáveis do grande Mestre “Pardinho”. Seu jeito menino, sua meiguice, a atenção e o carinho que dispensa a todos ficaram marcados para sempre em mim, em todas as vezes que estive com ele.

Tião Camargo

Pardinho, humildade em pessoa !!! A mais bela 1º voz.

Leia, abaixo, o que escreveu meu amigo Ricardinho em site (http://www.boamusicaricardinho.com) sobre o Pardinho.

“Pardinho era um verdadeiro Mestre no Violão com bastante destreza nos solos. E soube dar a base perfeita para os solos de Viola de Tiãoo. Em todas as duplas que formou, foi sempre o responsável pela "primeira voz".
Quero aqui "abrir um parêntesis" para falar um pouco sobre o Pardinho, pois, apesar da fama e da facilidade de se encontrar informações e tamb
ém do merecidíssimo mérito de Tião Carreiro, o Pardinho, por outro lado, tem sido sempre deixado "em segundo plano" sendo lembrado apenas como "parceiro do Tião Carreiro". Tal fato não deixa de causar um certo constrangimento pois é comum a dupla ser citada de tal modo como se somente tivesse existido o Tião Carreiro. Pardinho também teve importante participação na criação do "Pagode" (ver logo abaixo), fazendo o contra-tempo ao Violão”.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Saudade Sertaneja (Volume 05) Repostagem

CAFEZAL_EM_FLOR  Cafezal em Flor (Cidade Barra do Choça/BA)
Pessoal, por algumas “falhas técnicas” – ainda a serem apuradas - precisei deletar e reenviar o álbum Saudade Sertaneja Vol.05 e aproveitei para corrigir o nome da 4ª faixa que estava errado, também acrescentei mais quatro músicas: Cabocla Bonita (Raul Torres e Sebastião Teixeira) Trio Gaúcho (1952); Cabocla Caxangá (Bolinha) Trio Mineiro (1953); Caboclo Sem Sorte (Nelsinho e Carreteiro) Zé Caludino e Carreteiro (1962) e Despejo (Anacleto Rosas Júnior e Arlindo Pinto) Zé Catira e Dito Catireiro (1961). O álbum que tinha 16 músicas agora ficou com 20. Aproveitem!
Atenção! Nosso plantonista do Código de Etica adverte:
Àqueles, de outros blogs e sites, que queiram postar em suas páginas qualquer material do nosso blog, podem fazê-lo sem qualquer prblema, mas não se esqueçam de citar a fonte, com sempre fizemos aqui. Certo?
Mas, a propósito, falando em ética, vamos fugir um pouquinho do assunto “Música Sertaneja” e dar um olhadinha neste video da Deputada Estadual, pelo Rio de Janeiro, Cidinha Campos, que achei no Youtube.  E importante a gente começar observar estas coisas para saber quem é quem na “política” brasileira.
Esta mulher é uma fera, mesmo! Em 1991, durante a 8ª Conferência Estadual da Saúde, realizada na Capital de São Paulo, ela foi uma das palestrantes e eu paticipava como delegado representando o Sindicato dos Eletricitários do Estado de São Paulo. Durante sua palestra, eu pedi para fazer uso da palavra, para falar com ela sobre a criação do Hospital da Mulher – um dos assuntos da Conferência – e ela me concedeu a palavra. Num determinado momento – não me lembro exatamente o que foi que eu disse – ele achou que eu estava me colocando contra a criação do referido hospital, o que não era verdade, acredito que ela não entendeu minha colocação, me interrompeu e me fez a seguinte pergunta: Por acaso, você, alguma vez na vida já ficou menstruado? E eu, para não ser vaiado pelas mais de 1000 pessoas presentes no evento, principalmente pelas mulheres, mais que de pronto, respondi a ela fazendo uma outra pergunta: E a Senhora, por acaso, alguma vez na vida já teve alguma infecção de próstata? Todos acharam graça do nosso papo e começaram a ri. Ela esperou que todos fizesem silêncio e me disse: “Muito bem, seu engraçadinho, pode terminar o que você queria dizer”, vou fazer de conta que ouvi o que você disse” .
A Cidinha Campos já foi radialista, apresentadora de tv e atriz de novelas; sempre fui seu fâ. Pena que é Deputada pelo Rio de Janeiro, senão teria meu voto. Parabéns deputada!

Pronto, agora podem ficar com o Volume 05 de Saudade Sertaneja!
  1. A Carta (José Fortuna) Tonico e Tinoco (1952)

  2. A Moça Que Dançou Com o Diabo (Jayme Ramos e Teddy Vieira) Vieira e Vieirinha (1954)

  3. A Viola e o Cantador (Zé Paioça, Zé Tapera e Zé Rosa) Zé Tapera e Chiquinho (1958)

  4. O Florejar do Sertão (Serrinha e Campos Negreiros) Serrinha e Zé do Rancho (1956)

  5. Amor de Gaúcho (Teixeirinha) Teixeirinha e Mary Terezinha (1961)

  6. Cabocla Bonita (Raul Torres e Sebastião Teixeira) Trio Gaúcho (1952)

  7. Cabocla Caxangá (Bolinha) Trio Mineiro (1953)

  8. Caboclo Sem Sorte (Nelsinho e Carreteiro) Zé Caludino e Carreteiro (1962)

  9. Carta de Amor (Cunha Júnior) Nhô Nardo e Cunha Júnior (1945)

  10. Castelo de Areia (Carreirinho) Souza e Monteiro (78 rpm, de 1956)

  11. Colcha de Retalhos (Raul Torres) Cascatinha e Inhana (1959)

  12. Despejo (Anacleto Rosas Júnior e Arlindo Pinto) Zé Catira e Dito Catireiro (1961)

  13. Facão do Cristiano (Zé Carreiro e Dito Mineiro) Zé Carreiro e Pardinho (1958)

  14. Minha Despedida (Moreno e Moreninho) Moreno e Moreninho (1955)

  15. Morena dos Olhos Pretos (Sulino e Teddy Vieira) Sulino e Marrueiro (1954)

  16. Paulistinha (Antonio Barreto e Antonio Santos) Barreto e Barroso (1951)

  17. Recordando o Passado (Alcindo Freire e Teddy Vieira) Zico e Zeca (1955)

  18. Tá de Mal Comigo (Nhô Pai) Nhô Pai e Nhô Fio (1960)

  19. Toada de Cururu (Cornélio Pires) Mariano e Caçula (1930)

  20. Vinte Anos (Valdez Leal, Vs. Juracy Rago) Nenete e Dorinho (1957)

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sábado, 24 de abril de 2010

Saudade Sertaneja – Volume 12

Carro de Boi

Nesta primeira gravação da música “Arroz a Carreteiro” aparecerem como compositores Palmeira e José Paniguel, mas nas demais gravações aparecem Palmeira e Mário Zan. Por que será? Alguém poderia me explicar?

Na música “Carro de Boi” interpretada aqui pelos Irmãos Souza e Caçula, aparecem como compositores Zé do Rancho e Zé do Pinho, mas trata-se do primeiro Zé do Pinho, Gumercindo Isidoro Pereira, irmão do Zé do Rancho, nascido em Capiaçu/SP, em 1930 e falecido em Paranaguá/PR, em 1969. A mesma música foi gravada em 1980 por Zé do Rancho e Zé do Pinho com nome de “Velho Carro”, com o segundo Zé do Pinho “Sebastião Gomes”, nascido em Ariranha/SP, em 1951, atualmente morando em Ibitinga/SP, seguindo a carreira religiosa como Pastro Protestante.

  1. Amor Passageiro (Teddy Vieira e Biguá) - Souza e Monteiro (1955)
  2. Anjo de Candura (Ado Benatti e Serrinha) - Vieira e Vieirinha (1957)
  3. Arroz a Carreteiro (Palmeira e José Paniguel) - Palmeira e Biá (1953, 1º Disco)
  4. Besta Ruana (Ado Benatti e Tonico) - Tonico e Tinoco com Mário Zan (1949)
  5. Bico de Mamadeira (Teddy Vieira) - Palmeira e Biá (1954)
  6. Boiadeiro Errante (Teddy Vieira) - Liu e Léu (1959))
  7. Carreta Campesina (Diosnel Chase, M. C. Ocampo, Vs. Palmeira) - Neyde e Nancy (1956)
  8. Carro de Boi (Zé do Rancho e Zé do Pinho) - Irmãos Souza e Caçula (1957)
  9. Desventura (Zacarias Mourão, Biguá e Zé do Rancho) - Zé Mariano e Tibagi (1956)
  10. Falsidade (Tonico, Zé Tapera e Chiquinho) - Zé Tapera e Chiquinho (1957)
  11. Festa do Baiano (Tinoco e Sertãozinho) - Tonico e Tinoco (1950)
  12. Garça Branca (Sebastião Teixeira e Alcindo Freire) - Vieira e Vieirinha (1954)
  13. Gosto de Carreiro (Piracicaba e Paraguai) - Piracicaba e Paraguai (1959)
  14. Laço justiceiro (Pedro Lopes Oliveira e Sulino) - Sulino e Marrueiro (1955)
  15. Saudades Eu Tenho (Antenógenes Silva e De Moraes) - Pedro Bento e Zé da Estrada (1960)
  16. Taça da dor (Nízio e Pedro Bento) - Pedro e Zé da Estrada (1959)
  17. Teu Retrato (Alice Carvalho e G. Gallardi) - Moreno e Paraguai (1960)
  18. Três Boiadeiros (Anacleto Rosas Jr.) - Palmeira e Luizinho (1951)
  19. Triste Despedida (Zé Caboclo e Gumercindo Lenzen de Oliveira) - Zé Caboclo e Zé Caboclinho (1956)
  20. Triste Recordação (Dono da Noite e Ado Benatti) - Dono da Noite e Riacho (1961)

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Marcos Violeiro e Adalberto (1996) A Viola Não Morreu

De origem humilde, Marcos Cãndido Leal, o Marcos Violeiro, nasceu em 1969 na zona rural de Uberlândia-MG. Ao lado de seu pai, trabalhando na roça, já manifestava desde criança o bom gosto pela Moda Raiz, quando já tocava na Viola os primeiros Ponteados, com o incentivo paterno. Na adolescência, aprendeu a profissão de Carpinteiro, na qual trabalhou durante oito anos.

Adalberto Davi do Nascimento, por outro lado, nasceu em 1975 em Goiânia-GO e foi criado em Hidrolândia-GO, onde trabalhava como Feirante.

A "Sabedoria Popular" diz que "nada acontece por acaso" e, em Janeiro de 1994, Marcos havia viajado de Uberlândia-MG para Aragoiânia-GO, para fazer um telhado. E foi nessa viagem que ele conheceu e fez amizade com diversas pessoas que o incentivaram a deixar a profissão de Carpinteiro e partir para a Carreira Musical!

Leia a biografia completa de Marcos Violeiro e Adalberto no site do meu amigo Ricardinho

Primeiro disco da dupla

  1. A viola não morreu - Marcos Violeiro
  2. Amor de prima - Hélio Magrão
  3. Eu a viola e ela - Praense, Peão do Vale e Chicão Pereira
  4. Homem de verdade - Marcos Violeiro
  5. Amor sem barreira - Eunice e Garcino
  6. Não vou voltar - Marcos Violeiro
  7. Caçador - Tião Carreiro e Carreirinho
  8. Minha mulher e meu cavalo - Vieira e Vieirinha
  9. Carrão do ano - Pingo D’água e J. G. Araújo
  10. Campeão de exposições - Marcos Violeiro e Hélio Magrão
  11. Abraço de violeiro - Pedro Maciel e José Batista
  12. Sem fronteiras - Marcos Violeiro
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CREDITO: http://baixesertao.blogspot.com

terça-feira, 20 de abril de 2010

Zé Tapera e Teodoro (1980) Dona da Minha Vida

zetapera_teodoro80

  1. Dona Da Minha Vida (Jeca Mineiro-ZéTapera)
  2. Eterno Apaixonado (Pião Carreiro-Teodoro)
  3. Fuscão Preto (Atilio Versutti-Jeca Mineiro)
  4. Piada Da Minha Vida (João Gonçalves-Teodoro)
  5. Convite (Zé Tapera-Zé Paióça)
  6. Minha Despedida (Zé Tapera)
  7. Nosso Dilema (Praense-Pião Carreiro)
  8. Doutor João (Pedro Matos-Teodoro)
  9. Desprezo De Maria (Zé Tapera)
  10. Noticias Lá De Minas (Dito Silva-Teodoro)
  11. Um Dia Lembraras De Mim (Zé Tapera-Jeca Mineiro)
  12. Futebol No Céu (João Gonçalves-Teodoro)

Com este álbum completamos a discografia de Zé Tapera e Teodoro, num total de 12 LKs, de 1968 a 1980. Foi a maneira que encontramos para homenagear estes dois grandes artistas, José Sonigo (Zé Tapera) e Aldair Teodoro da Silva (Teodoro).

O Zé Tapera formou duplas com seu irmão Anselmo Sonigo (Paiozinho), com Francisco Perez (Chiquinho, irmão de Tonico e Tinoco), com Teodoro e com o Casa Nova. Atualmente mora em Londrina/PR.

O Teodoro formou duplas com o Zé Tapera e com o Sampaio.

Biografia completa de Zé Tapera e Teodoro no site do meu Amigo Ricardinho http://www.boamusicaricardinho.com/zetaperaeteodoro_88.html

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Créditos: Paulo Lucio