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domingo, 24 de outubro de 2010
Silveira e Silveirinha (1973) ) Xerife Fantasma
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Adeil e Sério Motta
- Dois Corações (Dutra e Luciara)
- Caminhos do Mundo (Luciara e Aldo Faitorone)
- Buscando a Felicidade (Tupy e Tapuã)
- Resposta do Fuscão Preto (Dutra e Aldo Faitorone)
- Herança da Desilusão (Dutra e Luciara)
- Coisas Reais (Souza Gomes e Sérgio Motta)
- Volte Querida (Sérgio Motta e Zezinho Faitorone)
- Esqueça (Adeil e Sérgio Motta)
- Amor e Segredo (Derly)
- Poltrona 7 (Joysson Almada e Sérgio Motta)
- Espelho (Sérgio Motta e Edmar Paro)
- Luz do Meu Caminho (Dutra e Luciara)
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Opinião do Tunico da Viola
Quem sou eu prá discordar do José Hamilton Ribeiro, mas... sou atrevido. Eu digo que ainda vai ser feita muita moda RAÍZ
daquelas que falam da paióça, do fogão de lenha, das galinhas ciscando no terreiro, da agua da mina, do sol e das estrelas. É só os compositores atuais, assim como Tião Camargo, estarem vivos que tudo isso é motivo prá moda boa, e olha que ainda deve durar um bocado de ano, um dia pode até diminuir, mas na minha opinião leva tempo. Só nisso que discordo do grande repórter.
Conheça os sites abaixo:
José Hamilton Ribeiro “A música caipira é um tesouro cultural”
Fonte: www.almanaquebrasil.com.br - junho de 2007
Para falar das caipirices do País, convidamos o mais importante dos nossos repórteres. Aos 70 anos, Zé Hamilton continua à toda. Além de nos trazer achados do campo no Globo Rural, do qual é repórter há 26 anos, lançou recentemente o livro Música Caipira - As 270 maiores modas de todos os tempos. Figura ímpar, este vencedor de sete prêmios Esso é pessoa simples. E espirituosíssima. Faz piada até com o trágico acidente que lhe amputou a perna: “Mais difícil do que ser repórter com uma perna só é ser repórter com quatro”.
O que é ser jornalista?
Segundo a lei atual, jornalista é quem fez escola de Comunicação. Para mim, jornalista tem que ter qualquer diploma de nível superior. É preferível que tenha quatro anos de universidade, por pior que ela seja, do que ser analfabeto. Tem que estar preparado. É uma profissão delicada, envolve política, liberdade de expressão.
Do que precisa um jornalista para ser bom?
Vocação, como em qualquer outra profissão. As escolas de Jornalismo de hoje é que não são boas. Mas, se for para fechar as escolas ruins, deve-se começar pelas de Medicina, depois as de Engenharia e por fim as boates, que são as faculdades de Direito. Eu mesmo fiz Direito numa cidade a 500 quilômetros daqui sem ter ido a nenhuma aula. E ainda fui o orador da turma!
Ainda lhe fazem muitas perguntas sobre a cobertura da Guerra do Vietnã?
Em Santa Catarina, fui convidado para fazer uma palestra em uma reunião anual de amputados. Não sabia o que falar, então contei que, depois do acidente, fui para o hospital. Uma das enfermeiras simpatizou comigo, passava a mão no meu cabelo, me consolava. Lá pelo terceiro dia, comecei a ter ereções permanentes. Ficava pensando no meu constrangimento se ela esbarrasse naquilo quando fosse me tomar a temperatura. Eu morreria de vergonha. Contei a situação para o médico. Ele explicou que, por eu ter perdido a perna, estava tendo uma reação comum, momentânea. A cabeça demora a entender a perda e continua jogando sangue lá pra baixo. “Então, doutor, me dê o seu cartão, porque daqui a 50 anos, coisas da idade, talvez eu precise que o senhor me arranque a outra…”
Fiz Direito numa cidade a 500 quilômetros daqui sem ter ido a nenhuma aula. E ainda fui orador da turma!
Há quanto tempo você está no Globo Rural?
O programa tem 27 anos. Estou lá há 26. Era diretor de um jornal de Campinas quando fui para a Globo. Achava que estava arrasando. Um dia, a Ponte Preta veio jogar em São Paulo. Depois do jogo, fui ao vestiário, onde, no meio daquele monte de jogador pelado, encontrei Conceição, torcedora-símbolo da Ponte. Assim que ela me viu, abriu aquele sorriso: “Mas doutor Hamilton, o senhor trabalhava num jornal tão bom em Campinas, e agora está fazendo um programa de tomate?!”. Que figura… O Globo Rural é um dos maiores telejornais do Brasil. O ibope fica entre 14 e 15 pontos. E isso na cidade de São Paulo - tem cidade do interior em que a audiência é muito maior. É um telejornal voltado para o homem do campo, não fica só nos detalhes técnicos. Fala do jeito que o homem do campo vive, da sua música, sua dança, sua comida, seu lazer, e até das suas patifarias.
Zé Mulato e Cassiano (1978) Interpretam sucessos de Zé Carreiro e Carreirinho
![[CAPA.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5B6aX2Be0DP_mYP25-6d-BQ0Nxl_6a45VpJFdNsmbRhbwnhc0p5BYrsOwznvj_qWOAZuE0J_xGXVYhGkpa5s8_fEVqTuS6vyEYkWLsz3beKMJeJg0h3ddXW-SrkxqUwTm6O4aBhi7AqhV/s1600/CAPA.jpg)
Primeiro Disco de Zé Mulato e Cassiano (1978)
Os dois são irmãos e nasceram em Passa Bem, sul de Minas. Cassiano optou por sobreviver apenas de música. Principal compositor da dupla, Zé Mulato vive há 29 anos em Brasília, 25 deles dedicados ao trabalho de segurança na Câmara dos Deputados, onde afirma, encontra “inspiração e argumento” para temperar suas composições, recheadas de humor e crítica.
Neste disco, a música de abertura "Ai amor" é a que mais me agrada. Mas tem pra todo gosto. Cururu, Toada, Moda de Viola e Pagode, claro.
1) Ai amor - Carreirinho
2) Remorso - Carreirinho
3) Ranchinho de taquara - Carreirinho
4) Peão boiadeiro - Carreirinho
5) Sertanejo solitário - Carreirinho/Zé Carreiro
6) Caminhão de pinga - Zita Carreiro
7) Viva quem ama - Carreirinho
8) Viajando à cavalo - Carreirinho/Zé Pinhão
9) Bouquet de flores - Carreirinho/Zé Carreiro
10) Carreiro Sebastião - Carreirinho
11) Os quatro espíritos da pinga - Zita Carreiro
12) Duas cartas - Carreirinho/Zé Carreiro
Qualquer interessado na música brasileira e especialmente na caipira tem a obrigação de ouvir essa pérola.
Ps: Pra comprar os Cd`s da dupla, acessem o site oficial:
http://www.vbseventos.hpg.ig.com.br/zemulato_cassiano.htm
Bom Proveito !
Clique Aqui para baixar (Download AQUI)
Fonte: www.acervoorigens.com
Zé Mulato e Cassiano (Brasa Viva) 1979

1979 - Zé Mulato e Cassiano Lado A
1- Amigo da onça (Zé Mulato e Tião do Carro)
2- Quem cria cobra (Zé Mulato)
3- Rio Corumbá (Zé Venâncio)
4- Sincero convite (Zé Mulato e Cassiano)
5- Nobre senhor (J. Oliveira)
6- Meu lamento (J. Oliveira)
Lado B
1- Brasa viva (Zé Mulato e Tião do Carro)
2- O caçador (Moacir dos Santos e Jacózinho)
3- Coisas da minha terra (J. Oliveira)
4- Coração de madeira (Zé Mulato)
5- Murro em ponta de faca (Carreirinho e J. Oliveira)
6- Tarde no sertão (Zé Mulato)
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Trio Sul a Norte (Jacaré, Basílio e Espiguinha)
Em 1955, realizaram sua primeira gravação pela Mocambo, interpretando com o Capitão Furtado a valsa prece "Ave-Maria do sertanejo", de Espiguinha e Ariovaldo Pires, e com os Serenateiros a valsa canção "Sentimento sertanejo", de Miguel Leuzzi.
Em 1956, gravaram pela Mocambo, de Ariovaldo Pires e Xerém, o xote pilão "Soca paçoca" e, de Ado Benatti e Ângelo Pedron, a toada "Boi criminoso".
Em 1957, gravaram de José Fortuna a guarânia "Nas águas do rio" e, de Espiguinha e Jaguaré, o corrido "Boiadeira do sul". Em 1958, gravaram de Ariovaldo Pires o rasqueado "História do Jorginho" e, de Ariovaldo Pires e Sílvio Toledo, a toada "Caboclo, soldado da terra".
O Capitão Furtado participou do disco, fazendo declamação. No mesmo ano, gravaram de Espiguinha e José Fortuna, a guarânia "As duas sombras".
Em 1960, gravaram de Gauchão e Vicente Lia o baião "Despedida" e, de Anacleto Rosas Jr. e Arlindo Pinto, a toada "Ranchinho da baixada".
Em 1961, gravaram de Valter Amaral e Ado Benatti o tango "Vai, saudade" e de Anacleto Rosas Jr. e Luís Rosas Sobrinho, o tango "Lua cheia".
- Carro de Boi Assassino (Ariowaldo Pires e Orlando Puzone) 1954
- Obrigado Sertanejo (Ariowaldo Pires) 1954
- Ave Maria do Sertanejo (Esguinha e Ariovaldo Pires) 1955
- Sentimento Sertanejo (Miguel Leuzzi) 1955
- Boi Criminoso (Aldo Benatti e Ângelo Pedron) 1956
- Soca Paçoca (Ariowaldo Pires e Xerém) 1956
- Boiadeiro do Sul (Espiguinha e Jaguaré) 1957
- Nas Águas do Rio (José Fortuna) 1957
- História do Jorginho (Ariowaldo Pires) 1958
- Caboclo Soldado da Terra (Ariowaldo Pires e Sílvio Toledo) 1958
- Boiadeiro Amigo (Jaguaré e Basílio) 1958
- Gaúcho Independente (Ado Benatti e Jeca Mineiro) 1958
- Canoa de Canela (Jaguaré-Setimo Dalmazzo) 1960
- Santa Filomena (Guilherme Bonano e Ado benatti) 1960
- Lua Cheia (Anacleto Rosas Jr. e Luiz Rosas Sobrinho) 1961
- Vai Saudade (Walter Amaral e Ado Benatti) 1961